Apropriação viadal

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A apropriação viadal é um conceito criado pelo aparelho excretor do Jean Wyllys que, embora a nomenclatura remeta (ui!) a uma apropriação cultural feita por viados para outros viados, como os termos cis e ranço, copiados da isomeria cis-trans e do caipirês, respectivamente, nada tem a ver com a forma que as pocs falam, mas sim com as apropriações de práticas e atividades reconhecida e exclusivamente baitolas que os héteros fazem, porém deturpando-as até o ponto em que elas sejam consideradas naturalmente de um macho virgem hétero, honrado e viril, que é o que define uma apropriação por assim dizer.

Aplicação[editar]

Se não há contato visual na hora do coito e nem beijo na boca, não há viadagem, por isso o threesome entre Jailson, Guina e Kid Bengala pode ser considerado apenas uma brincadeira entre machões.

Sabe aquele seu amigo macho, mas machão mesmo, daqueles que chupam a cobra e pegam no pau, que tá sempre no Zip Zop pedindo pra você participar de uma punheta grupal com ele e um outro amigo dele chamado Zuca, mas numa coisa bem hétera mesmo, sem essas porcaria de olhar no olho, beijar na boca, gemer e viadagens do tipo? Então, ele é um dos adeptos da apropriação viadal, pois apesar de se dizer um machão com suas práticas, ele no momento se aproxima mais de um macho virgem, ou então já apresenta um estado mais avançado de apropriação viadal: ele provavelmente já pode até ser um macho até debaixo de outro macho a esta altura.

Para as práticas viadalmente apropriadas pelos machões, se dá (e como) o nome de brotheragem, pois a regra é clara: se não há nenhum contato visual durante a apropriação viadal, não existe viadagem.

Contudo, a apropriação viadal não se dá apenas na hora do coito (ela não consegue ficar satisfeita). Sabe quando teu pai fica ouvindo Pabllo Vittar e dançando com uma vassoura, a qual está sempre fedendo a merda? Então, o cheiro não é por acaso, ele está se apropriando viadalmente dos barulhos dos viados, assim podendo tecnicamente ser considerado um também, apesar do mesmo dizer o contrário.

No mundo virtual, esta prática se apresenta de várias maneiras. Um exemplo é o de que muitos jogadores de League of Legends ficam escravocetando qualquer vagabunda que faça cosplay do jogo, especialmente a Diana Zambrozuski e a Nyvi Estephan. Tecnicamente isto faria deles héteros, tá certo que é uma versão beta que nem merece viver, mas pelo menos estão cometendo uma apropriação viadal ao jogarem todos os dias algo que é sagrado em certos nichos LGBTs.

Felizmente, para evitar feministas radicais, que vale lembrar, não são gente, o conceito não precisa ser aplicado unicamente a machões com os quais você anda pra cima e dá embaixo, mulheres também podem se apropriar viadalmente de expressões que apenas um viado usaria, como quando Giovanna Antonelli faz uma declaração apaixonada pra um pau (isso mesmo, pra um pau) com as palavras Cquote1.svg Saco mais gostoso, piroca mais linda Cquote2.svg. Isso é algo que apenas um macho virgem de patente alta diria e se encaixou perfeitamente no contexto de apropriação viadal, por ser algo que só um urso delicioso do calibre de Jailson Mendes diria ao ver uma pica gostosa, grande e gostosa prestes a deixar um oco e fazer o músculo do cu crescer. Outro exemplo de amapô fazendo apropriação viadal está neste vídeo espantosamente engraçado do Porta dos Fundos, que por ser um reduto de machos héteros [carece de fontes] que fazem apropriação viadal constantemente, é a cambada de enjoados mais entendida do assunto.

Ver também[editar]

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Apropriação viadal no Mundo do Contra:

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