Cultura das Filipinas

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Filipinas é um país sem cultura, é sério! Visto que basicamente as Filipinas foi um território onde havia uns árabes que foram expulsos pelos espanhóis, que trouxeram com eles 400 anos de inculturização hispânica, e depois vieram os norte-americanos que são ainda mais aversos a expressões culturais, que fizeram os filipinos crerem ser independentes por mais de 40 anos enquanto lhes exploravam economicamente e sexualmente, isso porque os japoneses também deram uma passada por lá... você acha que os filipinos alguma coisa da cultura desses colonizadores? Acho que não.

Arquitetura[editar]

Uma escultura de um assistente de boxeador segurando uma escarradeira. O boxe faz parte da cultura filipina.

Ok, temos um ou outro edifício histórico construídos pelos espanhóis há mais de 200 anos atrás, e alguns filipinos desesperados insistem em considerar isto como parte da história arquitetônica do país.

O fato é que a arquitetura filipina é aquela chamada de arquitetura funcional, ou seja, aquela que serve às reais necessidades da população. Em outras palavras: Palafitas sobre lagoas cheias de esgoto.

Música[editar]

A música filipina é uma das coisas mais exóticas do mundo, e as únicas pessoas autorizadas a tocá-las são as prostitutas. Isso porque durante a colonização japonesa em 1944 as gueixas tocavam bandolim para espantar o tédio de seus clientes que não eram capazes de ter ereção com aquelas mulheres fantasiadas de zumbi. Os filipinos acharam que tocar música era coisa de meretriz, e isso acabou se tornando um tabu no arquipélago.

Os ritmos mais dançados são o Tinikling que é uma dança muito perigosa sobre bambus, o Rondalla que é uma espécie de forró norueguês tocado por gaitas-de-fole compradas em Taiwan, e o Cariñosa (ou sertanejo filipino) que são as músicas de dor de corno filipinas.

Literatura[editar]

Há vários escritores notáveis e incríveis, como Jose Rizal, Claro M. Recto, Francisco Zaragoza, Guillermo Gómez Windham, Jesus Balmorí, Adelian Gurrea, Evangelina Guerrero, Manuel Bernabé, Fernando Maria Guerrero, mas todos escrevem apenas em espanhol e quase ninguém nas Filipinas sabe ler espanhol por isso estes escritores são pouco ou nada ilustres.

Vestuário[editar]

É tradição nas Filipinas recortar as cortinas de suas avó e fazer delas vestidos unissex, acho que isso já resume tudo.

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