Desnotícias:Agora é oficial: está proibido dizer a palavra com "V"

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BRASÍLIA

Este animal na verdade se chama cervo, e não tem nada a ver com a desnotícia. Imagem meramente ilustrativa.

A fim de não perdermos o contexto, lá vai a parte séria da notícia: o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu neste dia 13 criminalizar a homofobia, caracterizando-a como forma de racismo, após uma acirrada votação que resultou em 8 votos contra 3 (pareceu até jogo de futebol feminino).

Os ministros tiveram posicionamentos diversos; Cármen Lúcia argumentou que essa decisão era a mais correta porque na sociedade todo mundo é diferente, Lewandowdfhdfjfgski alegou que isso aí é pepino do Legislativo e não do Judiciário, e por aí vai. Os que resolveram votar contra simplesmente não quiseram entrar nessa nova modinha recente que consiste em privilegiar minorias.

Dos votos a favor, houve consenso de que qualquer ato contra a galera LGBTQI+ (lésbicas, gays, bi-sex-uai's, traps, queens, indecisos e sinais matemáticos) configura racismo, porque os ministros foram comprados convencidos de que ela pertence a uma outra raça, ligeiramente diferente da humana. Em outras palavras: chamar um preto de gay, ou um traveco de negão, é seis por meia dúzia e resulta no mesmo crime (e caso a vítima seja as duas coisas, aí a pena é dobrada). Quem for religioso, tem licença pra esbravejar à vontade, desde que não espanque alguém da citada minoria com uma bíblia antes, durante ou depois das ladainhas.

Quando indagado sobre a decisão do STF, um dos bolsofilhos resolveu criar mais confusão no Twitter, mas longe do namorado. O presidente, sempre muito imprevisível ou atrapalhado, seguiu pela mesma linha e afirmou que "a decisão foi completamente errada, talkei?", e que agora teria que ser mais criativo no momento de dar um tiro ou facada - detalhe que ele próprio já foi vítima de uma durante a corrida eleitoreira.

Nossa equipe procurou o renomado jurista e doutor da lei, o prof. Gilmar Brother, a fim de que o mesmo pudesse nos ajudar com tal controvérsia, tendo em vista sua vasta expertise em pataquadas do Direito. Logo após ser confundido com Gilmar Mendes pelo estagiário, Away disse que "a única solução possível para o país era a bomba atômica", que nestes tempos se faz necessário "botar uma dentadura no cu e rir pro capeta" (sic) e ainda mandou todo mundo tomar no cu antes de bater a porta.


Fontes[editar]