Iemanjá

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Já fez a sua oferenda hoje? (Consultar todos os orixás)
Quevedo25on.gif Este artigo trata de coisas que nón eczisten!

Este artigo trata de algum mito, lenda, conto, história de pescador ou desculpa esfarrapada e provavelmente contém informações sobre animais grotescos que capturam sua alma.

Maezena.jpg Zé Pilintra aprova Iemanjá. Saravá meu pai ê-ê!

Este artigo é piada de macumbeiro.

Nota: Não curamos políticos, apenas realizamos milagres.

Cquote1.png Essa vadia deveria ser apedrejada! Cquote2.png
Maria Madalena sobre Iemanjá.
Cquote1.png Ô Saravá! Iemanjá vem na próxima maré. Cquote2.png
Pai de santo sobre Iemanjá.
Cquote1.png Ó Iemanjá! Te rogo para que não deixe esse barco virar. Cquote2.png
Marinheiro orando para Iemanjá.
Cquote1.png Eu gosto de mousse, a Iê manjá. Cquote2.png
Série Trocadalhos do Carilho sobre Iemanjá.
Cquote1.png Vixi painho! Iemanjá não volta não? Cquote2.png
Baiano sobre Iemanjá.
Cquote1.png E eu? Eu sou mais importante do que ela! Cquote2.png
Virgem Maria sobre Iemanjá.

Iemanjá é uma divindade da Macumba apelidada de Rainha do Mar, no Espiritismo ela é conhecida como um orixá. Advinda das profundezas da África Subsaariana, Iemanjá era a principal deusa dos Zulus que viviam nas tribos canibais nada desenvolvidas da África e com o tempo esse ser inexistente foi incorporado no Voodoo cubano e depois veio parar no Brasil por meio de sincretismo com os santos católicos e foi adotada como uma espécie de "madrinha" das religiões afro-brasileiras. Atualmente Iemanjá é uma entidade que nem mesmo os macumbeiros das antigas sabem descrever bem.

No Brasil[editar]

A deusa do Candomblé e Umbanda em toda sua glória marítima.

Pelo seu título imerecido de "Rainha do Mar" Iemanjá é confundida com qualquer santa católica que tenha "Navegantes" no meio ou no final do nome, o problema foi resolvido com a mistura da deusa da Macumba com as santas do pau-oco do Cristianismo católico. Ela é uma divindade muito comum em Salvador, que é a capital brasileira da maçonaria comunidade religiosa afro-brasileira, que compreende: Capoeira, Xangô, Atabaque e Tambor de Índio.

Em outras cidades brasileiras Iemanjá é pouco conhecida ou simplesmente não é conhecida por ninguém. Muitos dizem que ela é a protetora dos mares de todo o mundo, mas se é assim por que ela deixou os navios Concórdia e Titanic afundarem? Ela não poderia ter impedido que essas merdas cagadas acontecessem? Iemanjá também se mostra uma divindade impotente quando se trata de impedir os gigantescas tsunamis que ocorrem no Japão e no resto da Ásia. Talvez ela esteja muito ocupada verificando se as oferendas dadas a ela são de boa qualidade...

Em São Paulo, Iemanjá não tem utilidade alguma de existir, porque como lá não há mar ela será padroeira protetora do quê? Do metrô? Por isso que no Sudeste Iemanjá é pouco venerada e no Norte e Nordeste ela tem status de divindade (ué? Mas já não tem?). No Pará a santa deusa é venerada sempre ao lado do Mercado Ver-O-Peso por questões comerciais religiosas muito fortes que só a própria Iemanjá poderia explicar, se existisse.

No Sul do país Iemanjá é uma ilustre desconhecida, ou você acha que uma área tão de nariz empinado desenvolvida como o Sul irá precisar de uma orixá inútil fomo Iemanjá? Se liga! Entre a população rica do país Iemanjá também é algo que não existe (porra! Já não falei que ela não existe?!) devido ás grandes somas monetárias que faz os mais temíveis mares serem domados sem a ajuda de nenhuma divindade africana/brasileira. Entre os povos indígenas Iemanjá só não é mais adorada do que Tupã como mostra essa fala do Papa Capim:

Cquote1.png O homem branco jamais poderá tirar Iemanjá de nossas mentes e corações, JAMAIS! Cquote2.png
Papa Capim

Viu? Não? Então releia, ora carambolas!

Como cultuá-la[editar]

Um bloco de Carnaval feito para Iemanjá em Salvador, Bahia.

Você precisa de sete gotas exatas de água do mar, nove galinhas sem asas, dois coelhos que não gostam de cenoura e um cachorro que nunca latiu na vida. Misture tudo isso em uma bandeja e ore da seguinte maneira:

Cquote1.png Ó Iemanjá! Tu vai me dá o que eu quero? Trouxe uns trecos procê e espero que cê goste, porque se tu não gostar eu tiro a sua imagem do meu quatro e ponho a da Virgem Maria. Cquote2.png

Se ela não tremer na base com essa ameaça grave (na verdade isso é uma traição) foi simplesmente porque você não falou com autoridade, seu frouxo!

Outra dica para adoração: pegue duas velas vermelhas, quatro ventiladores quebrados, um cuspe de morcego e a dentadura da tua mãe. Leve essas coisas para a Encruzilhada e invoque o Capeta Iemanjá ali mesmo, mas dessa vez ore de um jeito diferente:

Cquote1.png Apareça Iemanjá! Sua piriguete! Cquote2.png

Pronto! Você já sabe adorar Iemanjá, agora vá caçar um livro para ler, seu analfabeto.