O Massacre da Serra Elétrica (série)

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O Massacre da Serra Elétrica é uma franquia de terror slasher composta por cinco filmes (na verdade são oito, mas três deles são ruins pra caralho e é melhor nem considerar), vários quadrinhos inúteis que ficam dando voltas e voltas no mesmo lugar e não aprofundam em porra nenhuma a história da Família Sawyer, um jogo lançado pra Brick Game que supera todos os níveis de ruindade e um spin-off pornográfico, cujo enredo possui mais profundidade que a maioria dos filmes canônicos. A maioria esmagadora dos fãs da série, incluindo Tobe Hooper, consideram apenas o primeiro filme como merecedor de carregar o título de "O Massacre da Serra Elétrica", e o resto apenas como o resto mesmo.

Todas as mídias da franquia possuem o mesmo enredo, Leatherface, um psicopata gordão com a cara em estado de putrefação que anda por aí portando uma puta duma serra elétrica motosserra, fica o filme inteiro caçando e retalhando adolescentes enxeridos e seu cachorro idiota para conseguir alimentar a sua família canibal, esta que ainda não aprendeu a pedir pizza pelo telefone. O irônico é que o próprio Leatherface, o único da família que consegue capturar e desossar a molecada, é o único Sawyer que nunca apareceu dando uma beliscada na coxinha, por ser vegetariano, o que confirma a teoria de O Massacre da Serra Elétrica - O Início, que diz que ele é adotado.

Personagens[editar]

Leatherface

O último Leatherface da linhagem, que atende pelo nome de Erika. Seu reinado de terror colorido foi encerrado ao ser morto por Jenny, que usou uma lâmpada fluorescente.

O protagonista da série e o prodígio da Família Sawyer, Leatherface é um assassino duas caras, deformado, demente, mudo, gordo, fedorento, travesti e criado a leite com pera, que diferencia-se dos seus principais concorrentes na arte de matar adolescentes degenerados, como Jason Voorhees e Freddy Krueger, por não ser imortal, apenas um cara feio e forte que é duro de matar. Mas isso não é um problema, pois os Leatherfaces podem até não ser os mais bonitos, mas tem várias novinhas no pente, e por isso conseguem reproduzir rápido o suficiente para botarem no mundo um sucessor com as suas mesmas características antes de morrerem nas mãos de alguma protagonista magrela ou de um xerife encapetado, conseguindo assim sempre dar respawn no próximo filme.

A característica mais marcante em todos os Leatherfaces, tão marcante que é referenciada até no apelido, é que eles usam uma máscara de pele humana, que eles fazem com a cara de alguma mina que lhes deu um toco por serem feios demais e frearem as cuecas. Elizabeth disse para Jed, o Leatherface original, que eles eram apenas amigos, e perdeu o couro da cara por isso. Stretch também disso isso para Bubba, o filho de Jed, e só não morreu porque esse Leatherface é uma vergonha e não saber manusear direito a motosserra. Renée Zellweger até jantou a luz de velas com Leather, o último da linhagem, mas logo deixou claro que não iria rolar nada, e por isso foi torturada e quase morta. Leatherface pode ser demente, mas com certeza não é escravoceta, e não leva friendzone pra casa.

Cquote1.png Eu vou comer teu cu e você não fale nada Cquote2.png
Leatherface em seu spin-off pornográfico, sob o nome de guerra de "Kid Leather"
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Não aguentando mais apanhar e morrer, Leatherface pediu arrego, e não pretende mais fazer filmes por algum tempo. Até fizeram um filme sobre ele em 2017, mas ele se encaixa antes do primeiro filme, não dando continuidade a sua saga principal. Por enquanto, para sobreviver e não cair no limbo do ostracismo, ele faz bicos aparecendo em outras mídias, como em Mortal Kombat, onde derrotou o deus Shinnok com apenas sua motosserra e marreta de estimação e casou-se com Cassie Cage, ou com o que sobrou dela.

Sally Hardesty

Sally no projeto verão, praticando cooper matinal com seu BFF, o negão que atropelou Hitchhiker e enfrentou Leatherface, usando Leatherface como um incentivo a mais pra não diminuir a passada.

A loirinha magrela imortal que é considerada a kryptonita dos Sawyer, pois nenhum membro da família canibal conseguiu matá-la, pelo contrário, alguns até morreram enquanto faziam suas tentativas, Hitchhiker que o diga. A princípio, ela era apenas mais uma hippie de suvaco peludo que estava indo passar umas férias num casebre de madeira no meio do nada que herdou da sua avó, aquele lugar perdido nas profundezas do mundo que existe em tudo que é filme de terror, onde ela pretendia fumar uns baseadões de maconha e realizar orgias com os seus amigos e o seu irmão encosto. O que ela não esperava é que no caminho encontraria Leatherface, e o original ainda, Jed Sawyer, que ainda era novo e estava em plena forma, conseguindo matar figurantes com apenas uma marretada.

Após dar uma aula de sobrevivência em condições adversas, aguentando as torturas dos Sawyer, que só não eram piores do que ter que aguentar diariamente o retardado do Franklin, Sally consegue escapar da motosserra de Leatherface com a ajuda de um heroi improvável, no caso o negão que atropelou Hitchhiker e enfrentou Leatherface, que apareceu na hora H e botou o vilão em seu devido lugar. Mas quando chegou na segurança da cidade, ao contar a história de como mesmo tendo apenas 45 kg sobreviveu aos ataques de um monte de canibais furiosos, ela foi internada numa clínica de malucos, onde passou seus últimos dias recebendo gelatina por debaixo da porta.

Stretch

Cquote1.png BOM DIA, O SENHOR JÁ CONHECE OS NOVOS PACOTES DA NET, CARALHO!? Cquote2.png
Stretch

Stretch é uma pioneira em sua área, a primeira protagonista figurante da história do cinema. Por ser apenas uma adolescente magrela e DJ em decadência que toca as músicas que os ouvintes pedem na Rádio Jovem Pan, ela não poderia bater de frente com um cara de dois metros e meio armado com uma motosserra, uma marreta e muito amor, e por isso quem teve que substituí-la no papel de protagonista e enfrentar Leatherface foi Lefty Enright, o xerife bêbado que dominou a arte de dual handed em motosserras apenas para vencer o maluco em seu próprio jogo e vingar a sua sobrinha favorita, Sally.

A maior diferença de Stretch para Sally é que a primeira não possui grandes habilidades de fuga, na verdade não possui nenhuma, ela apenas escapou da morte porque o Leatherface achou ela simpática, e queria uma foda sem compromisso com uma subcelebridade para gerar um bonito sucessor. Aproveitando-se que Leatherface estava pensando mais com a cabeça de baixo do que com a de cima, o que notou ao sentir o cheiro de esmegma no ar, Stretch conseguiu tapeá-lo em diversas ocasiões, e quando sua tática parou de funcionar, foi salva aos 48 do segundo tempo por Lefty Enright, que finalmente havia terminado seu treinamento shaolin com motosserras e estava pronto pra treta.

No filme inteiro, a única coisa que Stretch faz é cosplay da Sindel, berrando alto pra caralho por aí, explodindo a cabeça dos figurantes e matando mais do que o próprio Leatherface. Ao usar indiscriminadamente esta habilidade especial, ela também quebrou todas as janelas do set de filmagens sete vezes, e ganhou por isso, merecidamente, o prêmio de "melhor scream queen do ano de 1985", além da conta do vidraceiro, pois em filme de baixo orçamento não se pode tolerar que as atrizes destruam o cenário que foi comprado em suaves parcelas. E pra fechar com chave de merda, ela foi a única protagonista da série, quiçá de todo o cinema de horror, a sobreviver ao assassino sem um único arranhão. E depois ela ainda tirou onda, aparecendo no próximo filme fazendo uma ponta de cinco segundos, apenas pra mostrar que está viva e cagando pros canibais texanos.

Michelle Shatnell

Michelle pronta pra matar Leatherface, antes de errar mais de dez tiros a queima roupa e quase ser morta pelo maluco.

Michelle é a pseudo-protagonista sem personalidade de O Massacre da Serra Elétrica 3, que consegue o feito de ser pior do que Stretch, muito pior na verdade, pois nem pra inspirar punheta serviu, já que os anos noventa não foram os de maior fartura pra Kate Hodge. Se ao menos a banshee do filme anterior era especialista em gritar, nem pra isso Michelle serve, ela fica o filme inteiro se escondendo e fazendo vários nadas, deixando a bucha de enfrentar Leatherface e sua família canibal para Benny, este sim o verdadeiro protagonista da produção. Pra não dizer que ela foi de todo inútil, bem no final do filme, só pra não passar em branco, Michelle aproveita-se que Leatherface estava em estado catatônico após levar uma surra de Benny e aplica um Fatality no maluco, pegando uma rocha de dois quilos e batendo na cabeça dele até abrir no meio.

Se já não bastasse Michelle ser uma personagem ruim, ela namora com um que consegue ser ainda pior, no caso Ryan, um bundão que só reclama, grita e enche o saco de todo mundo o filme inteiro, não fazendo nada que presta e ainda atormentando quem faz. Assim eles formam o duo da desgraça, combando perfeitamente com a bosta que foi o terceiro filme da franquia como um todo, onde nada se salvou, nem mesmo o novo Leatherface, que estudava gramática com um brinquedo educativo de berçário.

Jenny

Renée Zellweger usando um de seus ninjutsus para andar no fio de eletricidade e escapar dos Sawyer, só não conseguiu escapar da galera que fica querendo saber a sua idade.

Buscando a redenção da série, pois os fãs não aguentavam mais protagonistas inúteis que mais se parecem com NPC's e precisam ser carregadas nas costas por um personagem secundário, o diretor Kim Henkel cria Jenny, uma protagonista ninja que estudou com a Lin Kuei, que consegue pular três metros na vertical, escalar paredões como se fosse um lagarto e andar em fios de eletricidade como um bicho preguiça. Além disso, Jenny possui o bom e velho hack de imortalidade e de ferimentos que se curam sozinhos, algo que não se via desde Sally. Pena que nem isso serviu para salvar o quinto filme da franquia, que foi uma das bostas mais fétidas já cagadas no universo de horror, algo que dá calafrios em todos os fãs da franquia por ser mais fundo que o fundo do poço, tão ruim que nunca foi sequer legendado em outros idiomas, existindo apenas no original com áudio em inglês.

No princípio de O Massacre da Serra Elétrica - O Retorno, Jenny nem era a protagonista, esta posição era claramente ocupada por Heather, a garota popular, gostosa e peituda do colégio, com as características perfeitas para ser a nova final girl da franquia. Mas após a morte premaputa da patricinha, que Leatherface pendurou no gancho como a vaca que ela era, Jenny assume a dianteira, usando seus ninjutsus para fugir de Vilmer Sawyer, o principal vilão do filme... Isso mesmo, Vilmer, pois o Leatherface desse filme, denominado Leather, é o mais vergonhoso de todos, um transexual que não usa motosserra pra não quebrar as unhas com glitter e nem usa máscara de pele humana por isso ser proibido pela Anvisa. No fim, Jenny derrota Leather com uma lâmpada fluorescente e toma um cacete de Vilmer, mas é salva pelo Agente Rothman, que a leva pro hospital mais próximo.

Erin Hardesty

Erin usando um de seus truques pra fazer Leatherface baixar a guarda, fazendo com que o maluco perdesse seu braço depois de bater oito consecutivas.

A protagonista do remake, Erin Hardesty, é a prima de sétimo grau de Sally, ou seja, elas são nada uma da outra. Apesar de na maioria das vezes os remakes e seus personagens serem uma bosta, vide aquela aberração que fizeram em A Hora do Pesadelo, Erin pode ser considerada uma das melhores protagonistas da franquia, ficando atrás apenas de sua prima distante do primeiro filme, que é hackeada e por isso não pode ser superada por humanos. A principal peculiaridade de Erin é que ela adota uma estratégia diferente de suas antecessoras, e da maioria das protagonistas de filmes de terror. Ao invés de ficar por aí correndo e berrando como uma retardada, o que adianta merda nenhuma pois ninguém vai ajudar mesmo, Erin não se intimida com os dois metros de Leatherface e peita ele de frente, em um x1 no qual a garota aproveitou-se da baixa inteligência artificial do vilão para sagrar-se vencedora, decepando o braço do maluco e fazendo ele enfiar o membro em seu próprio ânus enquanto corria chorando e gritando o nome de sua mamãe, fazendo ele aprender que é melhor pedir uma pizza do que ficar degustando carne humana de figurantes.

Além de botar Leatherface pra correr, Erin ainda matou a sangue frio Charlie Hewitt, o patrono da família canibal, atropelando o velho sete vezes, matando-o várias vezes depois de morto, só pra garantir que ele iria morrer mesmo e não iria ressuscitar no próximo filme. A estratégia não deu tão certo quanto o imaginado, pois em O Massacre da Serra Elétrica - O Início, o velho tá de pé de novo, mas o que vale é a intenção.

No fim, após fazer a limpa na Família Sawyer, Erin roubou um furgão e foi embora do Texas pra nunca mais voltar, entrando assim na galeria de protagonistas loiras que Leatherface não conseguiu matar.

Chrissie

Sem o Vin Diesel do lado, Chrissie vira presa fácil pros Sawyer, que tavam mesmo precisando de uma maminha pro churrascão de domingo.

A protagonista do filme que acompanha a adolescência rebelde de Leatherface, Chrissie é um caso a ser estudado pela Nasa, pois conseguiu o feito de morrer em uma franquia onde as protagonistas são imortais, algo até então inédito na filmografia de "O Massacre da Serra Elétrica", e que por isso é zoada em todas as festas da firma que Tobe Hooper promove. Apesar de ter falhado como final girl, Chrissie não é uma bosta completa como protagonista como foram Stretch e Michelle, pelo contrário, ela até segue um pouco os ensinamentos xamânicos que aprendeu no dojô da Família Hardesty e parte pra cima do Leatherface mais animal de todos os filmes em alguns momentos, conseguindo atrasá-lo em algumas oportunidades. Ela também preocupa-se com os seus amigos, não querendo abandoná-los para serem devorados, nem mesmo o cara que tinha um buraco de três metros no estômago, que apenas ainda estava vivo para dar dizer suas últimas palavras a Chrissie e dar um apelo emocional ao filme.

No fim, as habilidades de fuga e de ocultação nas sombras de Chrissie até que mostram-se em um nível razoável, pois ela aguentou as investidas do vilão até os 45 do segundo tempo, quando ele parou de brincar e abriu uma cratera no estômago dela com a sua motosserra, tornando-se assim um dos poucos Leatherfaces que conseguiram matar uma imortal. Para fechar com chave de merda, Leatherface mostra que quem perdoa é Deus, e finaliza o seu killing spree atropelando um bêbado e um policial que estava fazendo uma blitz na estrada, matando assim toda alma viva que apareceu no filme.

Heather Miller

Leatherface e sua priminha gostosa Alexandra Daddario em uma sessão de bondage, antes de partirem pra sodomia.

Heather é a prima/sobrinha/amante do Leatherface mais tímido dos filmes, que não sai de casa por nada, preferindo ficar escondido no porão brincando de bonecas e de se maquiar, seguindo os tutoriais do youtube da Princesa Demacol pra ficar uma aberração parecida, ou pelo menos algo próximo disso. Apesar de teoricamente ser parente dos Sawyer, a penúltima sobrevivente do clã que foi adotada pelos seus assassinos, Heather não possui a cara feia pra caralho característica da família, e por isso todo mundo acha que esse plot twist que é revelado no final do filme foi forçado pra caralho.

A princípio não sabendo de suas origens obscuras, Heather, que trabalhava como empacotadora de salsicha em um supermercado, vai pro fundão do Texas para ver a herança que sua avó biológica lhe deixou, uma mansão empoeirada e cheia de coliformes fecais onde viviam muitos animais imundos, incluindo Leatherface, que vivia no porão e ninguém sabia que estava vivo, pois ele é bem discreto e não saía de casa pra nada, nem pra caçar gente pra comer. Após presenciar o assassinato a sangue frio de seu namorado e de todos os seus amigos pela marreta da justiça de Leatherface, Heather o agradece armando uma arapuca pros seus próprios pais adotivos que a criaram com tanto amor e carinho e entregando-lhes para o maluco, deixando que ele use-os como ingredientes para as receitas que criou nos últimos vinte anos, que não saiam do papel por falta de carne humana.

Elizabeth White

Elizabeth tentando seduzir Leatherface pra não ser fatiada, e deu certo mesmo, até porque ela não tinha muita carne, mas mesmo assim o maluco levou a sua cara pra fazer uma máscara e ficar parecido com a Princesa Demacol.

Elizabeth era apenas uma jovem recém-formada em enfermagem que só falava em carnê, coxinha, cópia em carbono, litrão e jukebox, que só queria um emprego estável e bem pago para financiar os seus vícios. Assim ela encontrou um emprego que pagava bem, num hospício, onde sua função seria apenas distribuir gelatina sem sabor pros malucos e promover atividades de terapia ocupacional aleatórias, pra eles terem o que fazer e não ficarem enchendo o saco dos enfermeiros, nem destruindo as instalações do lugar ou se matando em Mortal Kombats clandestinos. Mas por ser pé-frio pra caralho, logo em seu primeiro dia de trabalho, Elizabeth presenciou uma fuga em massa de malucos, foi sequestrada, torturada e, no fim, perdeu o couro da cara, que foi arrancado por aquele que era o seu melhor amigo no momento, e que viria a ser o primeiro dos Leatherfaces.

Massacres[editar]

O Massacre da Serra Elétrica

Leatherface é um cara de pegada, sempre chega por trás nas novinhas.

Lançado nos anos setenta, época em que estava tendo o grande boom dos filmes de terror slasher e todas as produtoras queriam tirar uma casquinha pra encher os bolsos, "O Massacre da Serra Elétrica" impressionou o público com o seu enredo inovador, que foca em um assassino grande, gordo e mudo que fica matando adolescentes drogados ou que transam, e que no final é derrotado por uma garotinha loira que acabou de sair da puberdade. Muitos espectadores acabaram vomitando nos cinemas, não por conta das mortes, que nem são mostradas em cena, mas sim porque viram a cara feia de Leatherface pela primeira vez, que para rivalizar com a máscara de hóquei de seu principal concorrente, usava uma máscara de pele humana, algo muito mais hardcore, apesar do rosto natural de Leatherface ser muito mais impactante para fins de gore.

No fim, apesar de não ser uma produção putaqueparivelmente boa, daquelas que a gente assiste e quer ver muitas outras vezes, como todos os filmes da série Emmanuelle ou do Pai de Família, o primeiro "O Massacre da Serra Elétrica" angariou uma popularidade tão gigantesca, que apenas isto foi o suficiente para carregar a franquia inteira nas costas, e garantir que a série não fosse pro brejo mesmo após o monte de filmes horríveis cheios de plot holes que criaram na sequência.

O Massacre da Serra Elétrica 2

As cantadas e escravocetagens de Leatherface não surtem o efeito imaginado, e Stretch responde de maneira inusitada. Por quê será que elas preferem os babacas aos caras legais?

Este filme é um marco na história do cinema de terror, não por ser particularmente ótimo ou péssimo, mas por ser o princípio da ladeira que virou a franquia "O Massacre da Serra Elétrica", o primeiro do monte de bizarrices travestidas de filmes que fizeram com o cu apenas pra lucrar sobre o sucesso da primeira produção. Aqui o diretor tá mais perdido que a alegria nas pernas do Bernard naquele dia, o novo Leatherface usa uma máscara feita com carne de porco e, ao invés de matar adolescentes, acaba se apaixonando por eles, e a protagonista é uma mina chata pra cacete que só sabe gritar, gritar muito mesmo e correr.

O enredo do filme é bem simples e pode ser compreendido até pelo seu cachorro, já que é a mesma merda que o primeiro filme, apenas mudaram os personagens e os cenários pra economizar, ou seja, sim, os adolescentes drogados continuam a ser caçados como os animais que são, pois Leatherface fez PROERD e não curte o cheiro de estrume que sobe dos baseadões fedidos. A única particularidade desta produção é que Leatherface não quer matar a protagonista Stretch, apenas que lhe aplicar uma surra de pica, pois apaixonou-se pela voz de taquara rachada dela e quer que ela seja a mãe de seu filho. O problema é que este Leatherface não é o original, é apenas um descendente n00b, e que por isso acaba levando uma coça e morrendo nas motosserras de Lefty Enright, que queria vingar o trauma causado em sua sobrinha Sally no filme anterior.

No fim, este filme pode ser um campeão de ruindade, mas era apenas um aperitivo indigesto para a dupla de filmes que viria a seguir, estes que entram em qualquer lista de "piores filmes de terror da história", eles que são o Real Madrid e o Barcelona da merda, perto deles até o remake de A Hora do Pesadelo é uma obra-prima da humanidade, pra você ver o nível em que chegamos.

O Massacre da Serra Elétrica 3

Leatherface com sua filha, que puxou os traços nórdicos do seu pai.

Estando sem ideias sobre como desenvolver um relacionamento entre protagonistas, o diretor Jeff Burr resolveu copiar a mesma fórmula do filme anterior, o de fazer uma "protagonista que é figurante em seu próprio filme", fazendo assim mais do mesmo, convertendo em cachaça o dinheiro destinado a pagar o salário de um roteirista. Em parte é por isso que o filme ficou uma merda, nada faz sentido aqui, aqui os eventos são organizados de uma maneira mais escrota que em O Grito.

Agora, a protagonista feminina inútil é Michelle Shatnell, uma mina meio perturbada com o cabelo armado que está viajando pelo interior do Texas com o seu namorado mala, Ryan. Ninguém sabe pra onde eles estavam indo, nem de onde eles saíram, apenas que deram o puta azar de chegar no posto de gasolina que é comandado pela Família Sawyer, onde o frentista canibal faz questão de mandar os aventureiros pro abate, na direção de Leatherface. Após a tão esperada morte de Ryan, que foi pendurado como um saco de batatas e usado como ingrediente pro ensopado de coração pro jantar daquele dia, esta que foi a única cena no filme inteiro que prestou, Michelle propõe uma Deadly Alliance com Benny, um ex-militar especialista em sobrevivência que é primo do negão que atropelou Hitchhiker e enfrentou Leatherface, que apareceu do nada e estava disposto a ajudar Michelle, até porque estava puto com os Sawyer desde que eles enfrentaram sua família e queria vingar-se usando as estratégias que aprendeu enquanto estava sobrevivendo nas matas do Texas.

No filme inteiro, Michelle fica apenas escondida atrás de pedras e atrás da moita, enquanto que Benny usa sua metralhadora e seu facão pra promover um genocídio com os Sawyer, limpando mais da metade dos membros desta família do planeta. Nem Leatherface conseguiu deter a fúria do negão, na verdade ele só apanhou mesmo e não conseguiu revidar, no fim sendo finalizado por Michelle, que precisava fazer alguma coisa no filme pra não virar motivo de gozação pro resto da vida.

O Massacre da Serra Elétrica - O Retorno

Tanquinho de cera do Agente Rothman, que até hoje ninguém entendeu o que caralhos significa de tão aleatório que é.

Este filme é considerado a merda mais fétida já cagada no universo do horror, perdendo por muito apenas para A Invocação 3D, que ultrapassa as barreiras do cinema de horror e consegue se consolidar como o pior filme da história do cinema em geral. Falar que isto aqui é um filme é um desrespeito a sétima arte, "O Massacre da Serra Elétrica - O Retorno" é apenas uma gravação amadora de baixa qualidade feita com o cu, que consiste em uma mistura mal-feita de um circo de bizarrices com uma teoria da conspiração nada a ver, tudo isso seguindo um roteiro escrito por um estagiário de exatas que nem se preocupou com as crateras no enredo. Até hoje ninguém sabe, por exemplo, daonde caralhos surgiu o Agente Rothman, um maluco do FBI com uma barriga de cera que usa os Sawyer como escravos de BDSM. Leatherface também é uma merda mal-feita, ao invés de ser um louco com uma motosserra, ele é um transexual vegetariano que nem usa máscara de pele humana, que só fica gritando e apanha de geral, até por isso ele nem é o vilão principal da produção. A protagonista é a mesma merda que as anteriores, uma loira magrela que derrota um monte de canibal apenas com o poder da amizade e do amor, foda-se a lógica.

Aqui o filme é quase que uma releitura do primeiro filme, só que sob o efeito de um Kaiohken reverso, com a qualidade piorada em 100x. Tem mina posta no gancho como uma vaca, tem mina morrendo com os peitinhos de fora, tem nego cético que morre sem entender o que caralhos tava acontecendo ali... Enfim, mais do mesmo. No fim, a única que sobra é a protagonista Jenny, uma nerd que só se salva dos Sawyer por conta de seus ninjutsus e da ajuda do Agente Sawyer, um cara que ninguém sabe se é bom ou mal.

O Massacre da Serra Elétrica, again

O maconheiro, o nerd, o playboy, a mina de peito pequeno e a loira imortal, o grupo de vítimas no remake é o clichê de sempre.

Notando que só tava saindo merda, Marcus Nispel, o diretor deste filme, decidiu dar um reboot no universo de Leatherface, pra ver se conseguia consertar todas as cagadas feitas e ao menos salvar a dignidade da franquia que um dia foi considerada uma das mais importantes do cinema de horror, mas que atualmente estava mais pra um clássico da comédia. O filme em si não é grande coisa, na verdade é aquele clichê de sempre de adolescente degenerado drogado que morre transando, mas ao menos a produção não é vergonhosa como as suas antecessoras, e marca o retorno de um Leatherface que possui alguns lampejos daquilo que o fez ficar famoso, como a voracidade com a qual defende os princípios do PROERD e a brutalidade com a qual deita os maconheiros na porrada. Podemos dizer que esse filme é o que marca a primeira crescente da série após mais de vinte anos de queda livre, depois dele vieram produções minimamemte aceitáveis para os fãs da franquia, alguns ainda chiam com os filmes mais novos, mas isso é porque eles não viram o fundo do poço onde a série chegou.

O enredo do filme não apresenta novidades, na verdade é exatamente a mesma merda que qualquer filme da franquia: Um pequeno grupo de adolescentes em um carro estão cruzando o país para chegar em algum lugar, mas quando estão atravessando o Texas acabam parando no posto de gasolina dos Sawyer para reabastecer e comprar camisinhas de morango e são ludibriados a irem na direção de Leatherface, onde iriam virar churrasco. No fim, também como em todos os filmes da série até então, a única que sobra é a protagonista Erin Haresty, que faz questão de decepar o braço de Leatherface para garantir que ele não mais usaria uma motosserra na vida, o que é inútil, pois no próximo filme o maluco aparece com o braço no lugar, usando a técnica de regeneração do Piccolo.

O Massacre da Serra Elétrica - O Início

Muito romântico, Leatherface leva sua mina pra jantar, e pra ser a janta.

Este filme é um dos clássicos do SBT, a Lagoa Azul da emissora do homem do baú, que todo mundo assistiu na Tela de Sucessos. Apesar do hype enorme sobre a produção, pois é considerada, de longe, a mais violenta de toda a franquia (o que é mesmo), este filme não é tão bom quanto pintam, mas ainda assim é um dos melhores da série, pra você ver o nível de decadência em que se encontra o universo de Leatherface. Aqui, o roteiro pobre e fraco é compensado com um Leatherface brutal, animalesco e mais feio do que nunca, com um monte de gore livre, com muito sangue jorrando de cabeças decepadas e com mulheres gostosas que morrem mostrando os peitinhos, adquirindo um aspecto de filme de terror clássico mesmo.

O enredo da produção é EXATAMENTE o mesmo que o dos outros filmes, é praticamente uma cópia de carbono, só que sem as bizarrices que os diretores anteriores usaram pra excrementar as suas obras. Aqui o único elemento novo é a psicopatia de Charlie Hewitt, o patrono dos Sawyer e cosplay oficial de Winston Hoyt, que ajuda Leatherface a fazer a limpa nos habitantes do Texas.

O Massacre da Serra Elétrica 3D - A Lenda Continua

Daddario com seu bonde em "O Massacre da Serra Elétrica 3D", a ordem das mortes é mais do que óbvia até pra quem nunca viu nenhum filme da franquia.

Um filme que divide opiniões, enquanto alguns acham ele bom, muitos também acham que foi uma bela duma merda, pois algumas partes não fazem sentido algum, como o momento em que Alexandra Daddario começa a sentir afeição pelo cara que matou, fatiou e jantou o seu namorado e todos os seus melhores amigos, e que quase a matou também, não fosse o poder do protagonismo. Apesar de não ser nenhuma obra-prima da humanidade, é um filme razoável, que serve para matar a sua sede de sangue naquelas segundas-feiras chuvosas em que você não conseguiu drogar com clorofórmio, sequestrar e botar no porão nenhuma mina para torturar.

O enredo deste filme diverge minimamente dos outros, enquanto que nos filmes anteriores os personagens davam o puta azar de cruzar o caminho dos Sawyer, aqui a protagonista gostosinha faz questão de visitar a casa deles, pois era a herança que sua avó deixou, e pra quem não tinha nada, isso era muito. Ao longo do filme vai acontecendo aqueles massacres costumeiros com a motosserra, a única diferença mesmo é que, ao invés de derrotar Leatherface no final do filme, a protagonista descobre que ele é o seu primo/tio e resolve ajudá-lo a continuar com as suas matanças e com seus hábitos canibais, dando pra ele os seus próprios pais para que eles sirvam como jantar.

Leatherface - O Início do Massacre

Sem o Leatherface pra tocar o terror, a responsável pelas doses de psicopatia no filme é Clarice, se antes as loirinhas eram as protagonistas imortais, agora a loirinha é uma mina louca e necrófila que só faz merda o filme inteiro.

No filme mais recente da série, o roteirista ou é troll, ou nunca leu o roteiro dos outros filmes, o que é algo que eu faria também, de tão ruins e furados que são. Apesar de ser inovador, pois é a única produção da franquia que não é feita sobre o esqueleto de "personagens em um carro cruzam o Texas e são atacados por Leatherface, até que sobra apenas a protagonista loira que o derrota", o filme quase que não pode ser considerado como parte de "O Massacre da Serra Elétrica", pois o Leatherface mesmo, o principal protagonista, só aparece aos 48 do segundo tempo, matando uma única pessoa. Além disso, o principal problema deste filme (que alguns podem considerar como uma solução) é que ele cria um porrilhão de plot holes putaqueparivelmente graves na série, as informações do filme contradizem praticamente tudo o que é dito nas outras obras, criando um universo paralelo leatherfaciano e fazendo com que ninguém saiba qual caralho é a verdadeira origem do maluco da máscara de pele humana.

Aqui, a principal sacada de Gustavo Kuerten é esconder a identidade do Leatherface até o final do filme. Todos sabemos que ele está entre os malucos que formaram uma panelinha e fugiram do hospício, mas ninguém sabe qual deles é o futuro maluco da máscara de pele humana, pois todos são esquizofrênicos esquisitos mesmo. No fim, o mais normal dentre os loucos é aquele que se torna o Leatherface como conhecemos, que sem motivo algum, mata a sua melhor amiga e a única pessoa que gostava. E ainda rouba a cara dela para fazer uma máscara de pele humana que passa a usar sempre, inclusive maquiando essa máscara como se fosse a Princesa Demacol.

Sonoplastia[editar]

Nas cenas em que Leatherface aparece, por ele ser mudo, o que predomina são os seus grunhidos de porco com dor de barriga, que podem facilmente ser confundidos com os gritos de macho virgem, apesar do locutor não estar em um momento delicioso no momento em que emite os sons. Nos demais momentos, só se escuta alguma música quando os adolescentes ainda não quebraram o carro e estão curtindo algum som enquanto dão um tapa num baseadão fedorento de maconha. Após o acidente na estrada que sempre acontece, com o motorista da rodada batendo o carro no único animal em um raio de 200 km, o único barulho que sobra é o de urubus voando no meio do deserto do Texas. Nos momentos de tensão, todos os filmes da franquia fazem uso do bom e velho truque de "quando os efeitos sonoros aumentam do nada, é porque o psicopata tá perto e alguém vai tomar no cu", que é o que acontece mesmo.

Leatherface é o único assassino slasher que não possui uma música tema oficial, por estar cagando e andando pra isso. Talvez o único som que ele goste mesmo é o de sua motosserra, quando a mesma está atochada na barriga de algum adolescente degenerado e está fazendo aquele barulho de sangue voando.

Recepção[editar]

Um dos maravilhosos caça-níqueis que fizeram baseados na franquia, onde Leatherface é um negão que mata pixels com uma torneira.

O primeiro filme da franquia fez um sucesso absurdo nos anos oitenta, fazendo o público vomitar, passar mal e adquirir câncer no cu ao ver a cara feia do Leatherface pela primeira vez. O filme nem é lá aquelas coisas na verdade, mas a produtora mostrou como fazer uma fodendo jogada de publicidade, espalhando os boatos que caíram da vozinha do Seu Madruga que o filme era inspirado em uma história real, e que o Leatherface era de verdade mesmo e estava apenas esperando em algum lugar do Texas pra comer o cu de adolescentes degenerados, ou seja, todos da época. Esse truque comercial é tão bom, que várias outras obras que viriam mais tarde copiariam isso, quer assustar alguém? Bote no começo do filme que aquilo tudo é inspirado em uma história real, mesmo que seja apenas um devaneio de sua mente doentia.

O hype do primeiro filme foi tão estrondoroso, que é a fama dele que carrega a série nas costas até hoje, Leatherface e sua motosserra ficaram tão encravados no imaginário popular, que ele não perde a moral no mundo pop nem com todos os filmes horríveis que fazem sobre ele. Nos últimos anos, parece que todos se esqueceram dos filmes merda que integram a cronologia canônica de "O Massacre da Serra Elétrica", o que foi um alívio para Tobe Hooper, que finalmente pode morrer feliz, cometendo um seppuku com uma motosserra. Atualmente, Leatherface pode ser considerado um dos principais vilões de filmes de terror mesmo nem sendo um vilão propriamente dito, e por isso é convidado a mostrar a sua cara feia em mídias recentes, como em Mortal Kombat X, onde ele busca esquecer a desilusão amorosa provocada por Stretch indo atrás de Cassie Cage.


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BUUUUUZZZZZZZZZZZZZZ!!! O Massacre da Serra Elétrica...
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