Revolução Americana

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Cquote1.png Eu tô de saco cheio. Essa metrópole tá uma porra! Cquote2.png
Treze Colônias sobre domínio britânico na América

A Revolução Americana foi um grande piti protagonizado por latifundiários e aristocratas norte-americanos que viviam nas colônias americanas e não queriam mais viver lá pagar impostos para seus ex-donos, os também latifundiários e aristocratas do império intermarítimo da Grã-Bretanha. O ato covarde e traiçoeiro de desobediência militar e civil se estendeu de 1783 até 1765 (oh, wait...) e tomou proporções mundiais, originando um holocausto global que não só assolou várias grandes e gostosas potências da Europa, como Espanha, França e Itália, mas também inspirou outras badernas em todas as partes do mundo, inclusive Diadema, levando a humanidade para um grande perigo e caos de desobediência e insubordinação que perdura até os dias de hoje.

Essa inconsequente e egoísta guerra de independência foi o conflito político, social e armado que definiu os Estados Unidos como o país prepotente e egocêntrico que conhecemos hoje em dia, tanto é que os mesmos fazem questão de definir que o conflito foi a coisa mais importante que já aconteceu em toda a história da humanidade, embora cientistas políticos renomados da Universidade de Massachussets Ohio reconheçam que a insurreição norte-americana é apenas um hoax criado por Mel Gibson para aumentar a venda de ingressos para seu maravilhoso [carece de fontes] filme patriótico.

Os principais nomes da revolução foram: George Washington (originalmente um limpador de chaminés de Nova York), Benjamin Franklin (um crítico de gastronomia e fundador do programa Masterchef), Thomas Jefferson (que mais tarde fundaria uma banda de rock psicodélico de apologia ao consumo de LSD, o tal do Jefferson Airplane), Thomas Paine (um proxeneta de sucesso) e John Adams, que mais tarde se tornaria presidente da ASS (Association of Suckers and Sluts), não havendo registros de que os rednecks, índios, escravos e o proletariado em geral quisessem modificar qualquer coisa, exceto talvez a crocância do frango frito. Esses homens constituiriam a nata da sociedade americana de sua época e, com seu empenho e tenacidade, usaram a nata para fazer biscoitos liderariam o bem sucedido movimento pela independência das Treze Colônias.

Antecedentes[editar]

E se eu te disser que a Guerra Franco-Indígena não foi de franceses contra índios?

Em 1763, chegava ao fim a Guerra Franco-Indígena, um conflito travado por índios na cidade de Franca no qual os franceses, comandando as forças da tribo Kidauanus, foram humilhados mais uma vez (de 4) em sua loooooonga história de derrotas para a Inglaterra, que comandava a tribo Papacu, assim como na Guerra dos Sete Anos, mostrando como a tribo Papacu era influente desde àquela época e como a ambiguidade é uma merda. Como resultado, a França precisou dar vender o Canadá para a Inglaterra para quitar as dívidas de guerra, inclusive a cidade de Pallet Alert. A Inglaterra não tinha o menor interesse naquele pedaço de bosta e o anexou apenas para humilhar os franceses, pois eles adoram jogar bosta nos ingleses e perder uma fonte de merda JUSTAMENTE para o alvo é uma ironia sem tamanho...

Os franceses não só perderam sua mina do cocô, como também perderam todo o monopólio da exploração de alces, cujo almíscar era a preciosa matéria-prima para a produção dos cobiçados perfumes franceses da Jequiti. O único território que permaneceu sob domínio francês foi Quebec, não porque a dívida foi paga com os alces, mas porque os habitantes do Quebec eram metidos e não se consideravam canadenses, igualzinho ao que é hoje. Com os franceses agora a toa na América, os colonos viram nisso uma grande oportunidade de realizar seu sonho de independência, semeando intrigas e a discórdia, especialmente ao mencionar como os times de futebol franceses são péssimos em relação aos ingleses, com o objetivo de chamar os franceses para uma uma partida entre Arsenal e PSG aliança sobre como a American Football era melhor que o British Soccer. Os franceses concordaram, até jogarem a primeira partida, quebrarem uma unha e terem uma crise boiola.

Outro fator agravante que acirrava os ânimos era o fato da realidade econômica dos colonos ser muito crítica: todos os colonos tinham que obedecer o Ato de Navegação, uma lei britânica que proibia que os barcos da América vendessem produtos para outro lugar que não fosse a Grã-Bretanha, inclusive a Irlanda, e isso gerava um transtorno enorme porque os ingleses não tinham o menor interesse em comprar lembrancinhas de Super Bowl, NBA e MLB, Big Mac, cerveja a base de milho e filmes desprovidos de qualquer senso artístico (mas com muitas explosões), gerando uma puta recessão. Nem mesmo as sitcoms americanas agradavam e até a Megan Fox mal servia para agradar os tabloides britânicos de fofocas. Só dava para vender toneladas de chá e os norte-americanos estavam temendo serem transformados numa colônia de terceiro mundo feito o Brasil, que na época estava sendo assaltado durante o Ciclo do ouro) e seus hermanos de outra madre, então os americanos tiveram que tomar uma atitude energética: criaram o Monster Energy para concorrer com o Red Bull.

A situação tornou-se especialmente crítica quando o colonizador britânico Oliver Cromwell, ao aportar na Filadélfia, proferiu sua famosa frase em seu arrogante sotaque britânico:

Cquote1.png WHA' IN THA BLOODY 'ELL IS WRONG WITH YOO YANKS?! GAWD! YOO SMELL LIKE BLOODY SOAP! Cquote2.png

Advento este que trouxe para muito perto a possibilidade de declarar a guerra à Grã-Bretanha, pois a principal justificativa sobre porque seria impossível haver uma América independente era de que os americanos eram muito violentos para governar um país e estúpidos o bastante para inventarem computadores e microondas com botões em excesso, os quais ninguém vai usar, motivo pelo qual a produção de tais produtos foi delegada aos sul-coreanos hoje em dia. Não preciso dizer que isso tudo é verdade, visto que 45% dos americanos não sabem que o Sol é uma estrela e os 55% restantes, assim como o resto da humanidade, também não usam os botões do microondas citados acima, que são os com comidas em cima, exceto o de pipoca.

Lei do Açúcar, Lei da Moeda e Lei do Selo[editar]

Se já não bastasse o Ato de Navegação, a metrópole britânica decidiu explorar ainda mais a paciência e a submissão de sua colônia norte-americana criando uma série de impostos sem o menor sentido, tais como ICMS, CPMF, IPI a Lei do Açúcar e do Selo, basicamente para testar a passividade do povo. O que os engomadinhos do parlamento britânico não esperavam (mas qualquer outra pessoa sim) é que os norte-americanos fossem se rebelar contra tais leis, tanto que um slogan muito famoso foi cunhado numa tradicional Igreja do Deus Metal no Mississippi, quando o seu pastor Detonator proferiu: Cquote1.png No boiolation without frescuration!! Cquote2.png para se referir ao fato de que os norte-americanos não eram obrigados a obedecer um viado de peruca que esteve sentado estava situado a aproximadamente 7120 quilômetros de piroca distância.

A Lei do Açúcar foi instituída em 5 de abril de 1764 e servia para forçar os americanos a comprarem açúcar apenas da Inglaterra, obrigando assim os americanos a inventarem o refrigerante e a cerveja a base de milho, que eram mais doces que os puros e másculos sucos de cevadis da República Checa e da Irlanda. Apesar do nome da lei, ela também incindia sobre a importação de melaço, vinho, café, seda e roupas brancas, o que explicava tantas formigas nas ceroulas dos colonos.

Já a Lei da Moeda proibia que libras esterlinas fossem produzidas em solo americano, o que forçou a invenção do dólar, um audacioso plano de George Washington, no qual todo o ouro do país foi transferido para uma aldeia secreta no meio do Novo México chamada Fort Knox pra ser trocada por um papel equivalente, hoje denominado "dólar". Por isso, se você for ao Fort Knox e pedir que tenha seus dólares trocados por barras de ouro, você será transformado em carne moída pelos ferozes cães do exército.

Porém, o ato que mais repercutiu sem dúvida foi a Lei do Selo, sancionada em 22 de março de 1765, bem próximo ao começo dessa porra (ou do fim, a introdução deixou algumas pessoas confusas). Parece bobagem uma lei que te obriga a usar apenas selos feitos a 7000 quilômetros de distância do seu lindo traseiro, mas na época, isso seria o equivalente a alguém fazer uma "Lei da Internet" te obrigando a pagar uma taxa de internet para Portugal. Este é considerado sem dúvida o estopim final para desagradar os colonos que agora não podiam nem mais mandar suas cartinhas sem serem taxados, eles então pegaram todo seu material de jardinagem (enxadas, pás, tridentes e mexicanos) e se rebelaram, dando início à revolução.

Massacre de Boston[editar]

Representação artística do estopim que gerou o massacre de Boston.

A ira só crescia entre os colonos americanos e os colonizadores britânicos durante a década de 1970, digo, 1770, particularmente depois que soldados britânicos """""acidentalmente""""" massacraram a maioria dos cidadãos de Boston em 1770, com a crença equivocada de que eles eram a vanguarda de um exército demoníaco de outra dimensão invadindo a Terra, quando na realidade eram apenas os membros da banda Aerosmith cantando para o Bruce Willis salvar o planeta enquanto suas fãs histéricas cometiam atrocidades, como invocar de fato um exército demoníaco, mas os soldados decidiram fugir daquela zona e foram passar o Hukilau no Havaí, de modo que os soldados ingleses decidiram não assumir nenhum erro pelo seu massacre. O suposto "massacre" foi a morte de meia-dúzia de arruaceiros que jogaram bolas de neve em soldados britânicos que responderam apenas de modo desproporcional com tiros de carabina.

Um erro muito comum entre os historiadores sobre o massacre de 1770 é creditar que os britânicos massacraram colonos em Boston, o que é uma afirmação absolutamente equivocada: com estudos mais sérios e aprofundados de arqueologia forense, liderados por Jackie Chan e Jerry Bruckheimer, ao som de alguma música do The Who, descobriu-se que a marinha britânica foi previamente massacrada por um grupo de caçadores de lobisomens conhecidos como Sons of Bitch Liberty (sendo Liberty o nome de uma famosa prostituta local, ligeiramente acima do peso, advinda de Barbados). O problema é que uma maldição feita por iroqueses transformou alguns colonos em lobisomens e os mesmos causavam problemas todas as noites, até que, em 5 de março de 1770, uma grande batalha aconteceu: os colonos, que por algum tempo já se preparavam para uma guerra contra uma invasão britânica, já tinham carregado todos os seus rifles a laser e tiveram tempo de sobra para derreter todos os utensílios de prata da cidade, a fim de criar balas de prata e ir combater a Brigada Britânica de Lobisomens.

Benjamin Franklin ordenou que três lamparinas fossem penduradas no campanário de Boston. Serviriam para dizer aos colonos como os lobisomens britânicos atacariam: uma lamparina simbolizava um ataque por terra, duas lamparinas um ataque pelo mar, e três lamparinas um ataque sob a maldição da lua cheia. Esta tática funcionou e os colonos não foram surpreendidos: a Brigada Britânica de Lobisomens foi completamente abatida pelas hordas de zumbis domesticados coloniais e suas balas de prata. Apenas 5 colonos foram mortos. Pouco depois do massacre, Sauron deu aos colonos nove anéis de poder, os quais, posteriormente corrompidos, se tornariam os pais e fundadores dos Nazgûl, que posteriormente ainda invadiriam todo o Quebec.

Festa do Chá e a Lei do Chá de Boston (não, pera)[editar]

A imparcial Fox News cobrindo imparcialmente o evento histórico da Festa do Chá de Boston.

Em 1773, não satisfeitos em já terem criado pelo menos umas 10 leis ridículas, o que é pouco se comparado à Coreia do Norte, o parlamento britânico ainda aprova a Lei do Chá, que determinava que a América só poderia vender chá para o Cabaré Britânico de Índias e Orientais e mais ninguém, ou seja, estabelecendo o monopólio junto com esse tal de ninguém, chocando todos os seres humanos com bom senso, que passaram a debater no chão se era possível um britânico beber tanto chá a ponto deles quererem todo o chá do mundo só para eles, mas conhecendo as práticas sexuais dos europeus, 70% desse chá seria usado em enemas...

Voltando ao que nos interessa (a menos que você seja uma pessoa doente e se interesse em ver um britânico fazendo lavagem intestinal com chá), aproximadamente 200 líderes, pensadores e bebedores casuais de chá norte-americanos se reuniram em Nova Jersey para discutir o problema. George Washington sugeriu lançar uma bomba atômica em Londres, mas abandonou sua ideia quando lembrou-se que ainda não dispunha de nenhuma força aérea para isso. Thomas Paine estava a favor de tentar infectar o máximo possível de soldados britânicos com sífilis, mas então lembrou-se que a sífilis é uma doença de ação lenta e que isso não serviria, além de não querer dar a bunda para infectar todos eles. Adam Smith, sob forte influência de Mundo Canibal e do Programa Pânico, sugeriu fazer ambos, trocando a bomba por uma biribinha, e a sífilis por dengue, mas foi interrompido quando quase trocou britânicos por argentinos (o que não seria má ideia). Thomas Jefferson, então, sugeriu que poderia ser uma boa ideia lançar uma quantidade desprezível de chá no mar, ou algo assim, como espécie de ato simbólico de alguma coisa... E não é que todos concordaram com essa ideia estúpida?

Então, em protesto à Lei do Chá, na noite de 16 de dezembro de 1773, foi realizado um enorme ato revolucionário de violenta desobediência civil, hoje chamado de "Boston Tea Party", que como o nome já nos diz, foi uma festa de chá bem bosta na cidade de Boston, na baía de Pearl Harbor, no estado da Califórnia, apesar de Boston ficar em Massachusetts (familiar?). A ideia de Jefferson, Franklin e seus amigos era chamar atenção (e ao mesmo tempo estabelecer em solo americano mais um recorde mundial pro Guinness Book) sobre a criação da maior xícara de chá do mundo, despejando chá diretamente no oceano da baía do porto de Boston. Os resultados, no entanto, foram considerados pelos juízes como inadequados e fracos, igual ao café deles, alegando-se que o chá frio era impróprio para ser considerado válido, sem se importar de ter sido feito com água salgada contaminada com merda humana, e os funcionários do Guinness World Records, que tinham conluio com o rei Jorjão III, a Bicha Recalcada, recusaram-se a aprovar o registro do recorde para a sua inclusão no livro. Todos os participantes do ato, desapontados, responderam com violência, dando origem a uma guerra que seria conhecida como o Segundo Massacre de Boston.

Ato de Quebec e Atos Intoleráveis[editar]

Cquote1.png Não seria melhor chamar de Atos Intoleráveis de Quebec? Cquote2.png
Matemático tentando usar a propriedade distributiva no título desta seção e falhando miseravelmente.

Em 22 de junho de 1864 1774, era estabelecido para estabelecer comida pelo Parlamento Britânico o Siri Cascudo Ato de Quebec, o qual era mais um estabelecimento uma dentre tantas sandices encabeçadas pelo Jorjão Bicha Recalcada. Naquela altura, 1,72 m, ele(a) já havia levado para o lado pessoal da Força as intrigas contra os colonos, por isso as suas ideias de leis já não tinham a menor intenção política ou administrativa, era só pra sacanear os colonos mesmo: uma ideia era negar a independência para as Treze Colônias e transformar Quebec numa província independente, mesmo sendo um pedaço de terra inútil cheio de franceses, e ainda proibir que os colonos viajassem para lá ou mesmo pisando naquelas terras, sob pena de se vestirem como escoceses e passarem batom.

Posteriormente, novos atos foram feitos, todos com o claro intuito de sacanear mesmo, atos que ficaram conhecidos entre os colonos como Atos Intoleráveis. Foram quatro os principais atos intoleráveis, e o mais marcante foi o humilhante Ato de Boston de 25 de março de 1774, que determinou que a palavra "Boston" fosse incorporada aos dicionários espanhóis e portugueses com notório teor pejorativo, originando a palavra portuguesa "bosta" para definir de modo grosseiro o que seria chamado de "fezes". Não apenas sacaneante (que palavra é essa...) esse ato também serviu como forma de retaliação pela baderna do Boston Tea Party.

Em 20 de maio de 1774, o Ato do Governo de Massachusetts também desagradou pra caralho, pois ele dava poderes divinos a um britânico almofadinha qualquer. No mesmo dia, também era aprovado o Ato da Matança, que dava autoridade a qualquer britânico para matar qualquer colono (e se o britânico tivesse já poderes divinos, usaria o trovão de Zeus ou o Hakai), e o Ato de Alojamento, que determinava que qualquer colono deveria ceder sua cama e sua esposa para qualquer soldado britânico, se este assim requisitasse (ou seja, nunca). Ninguém respeitou essas porras, então a guerra começou de vez.

Guerra de Independência dos Estados Unidos[editar]

Famoso retrato que mostra como as Forças de Paz Britânicas tiveram dificuldades na guerra contra os badernistas Sith.

O cenário estava construído, com madeira apodrecida e iluminação caindo aos pedaços, mas estava construído. Após a inconsequente insurreição dos colonos que incluiu o ultraje à rigor testemunhado nos eventos ocorridos no Boston Tea Party em 1773, a resposta do Parlamento Britânico foi rápida, não apenas criando mais Atos Intoleráveis para humilhar ainda mais os colonos, mas também, em conjunto com a ONU, enviou "soldados de paz" para Boston e nomeou o General Thomas Gage, interpretado por Nicholas Cage em uma improvável e distópica refilmagem do longa do Mel Gibson, como governador de Massachusetts, com os poderes de estabelecer pena de morte suméria... digo, sumária. Em abril de 1775, Gage enviou um contingente de pacificadores, armados até os dentes, mas apenas para auto-preservação, para visitar Boston e se apoderar de um arsenal de armamento rebelde, como se eles não estivessem armados o suficiente. Contudo, a noviça milícia rebelde não se entregou facilmente, óbvio, e uma grande quantidade de traidores que outrora juraram lealdade à Coroa como cidadãos britânicos agora juravam lealdade à Cara confrontavam os pacificadores usando táticas de guerrilha. Em menor número, os colonos se escondiam em arbustos e cagavam ali atacavam covardemente as forças de paz britânicas bem-intencionadas (conhecidas como "Redcoats" por causa de suas roupas vermelhas). Estava assim iniciada a guerra de independência.

O início da guerra começou com vitórias dos britânicos, que eram mais preparados e menos selvagens, mas como é sabido, aqueles que vencem as guerras são os selvagens, então era claro que, aos poucos, os britânicos perderiam influência em sua colônia e foi o que aconteceu. Embora os britânicos usassem a sua superioridade naval para salvar vidas e lares dos lealistas (nome dados aos puxa-sacos do rei) nas cidades costeiras americanas, os rebeldes traidores atacavam no interior, onde era bonito e vivia 90% da população. Os lealistas em tais áreas eram quase sempre cobertos em alcatrão, emplumados, torturados e estuprados em grupo pelos traidores, o que é um fetiche bem bizarro...

Campanha de Boston[editar]

Após algumas semanas presos em Boston, torturados pela situação os ingleses cogitam pular com seus cavalos na água do mar para regressarem nadando para Londres.

A Campanha de Boston foi o conflito inicial da guerra de independência. É, só agora ele apareceu. Por ser uma cidade considerada muito estratégica por ser o ponto mais próximo da América da Grã-Bretanha (a porcaria do Maine não conta já que nunca teve nada), Boston já era palco de várias briguinhas acerca do que é melhor, football ou soccer, as quais vinham ocorrendo desde 1770 até a pancadaria começar efetivamente em 1 de setembro de 1774.

Os colonos não possuíam armamentos adequados: no máximo, um par de chifres condecorado por suas esposas vagabundas entediadas e muitas algumas galinhas. Os uniformes dos "patriotas", como agora os colonos gostavam de se denominar, embora tenham traído descaradamente a sua pátria britânica, também não tinham moral elevado por serem uniforme sexys e padronizados como o visto pela chiquérrima marinha britânica. Pudera, os colonos não tomavam banho frequentemente e pareciam um bando de pederastas com mãos peludas indigentes, só pra atrair a simpatia dos franceses, que até agora só estavam ali de bobeira. Apesar de todo esse aspecto nojento e fedorento desfavorável, o que inclui nenhum treinamento militar, foi justamente por se comportarem feito franceses selvagens que os patriotas conseguiram se igualar e acirrar a guerra contra os sofisticados britânicos.

Embora fossem inadequados, os colonos eram mais numerosos. Eles conseguiram sitiar Boston, prendendo todos os marinheiros britânicos dentro da cidade, fazendo-os sofrer a dura realidade de morar por 6 meses numa cidade fedida só com cães sarnentos de rua, barangas e nenhum glamour, no evento que ficou conhecido como Cerco de Boston, uma tortura psicológica que traumatizou para sempre os pobres militares britânicos.

A luta do conflito era pela comida que os britânicos "roubavam", e graças a essa dívida histórica, os norte-americanos acham até hoje que possuem o direito de comer sanduíches gordurosos até quase explodirem de obesidade mórbida. Ironicamente, seriam os americanos os inventores da pílula azul, o que os tornaria a nova super-potência global para alguns séculos mais tarde repetir exatamente o que a Inglaterra fazia com eles.

Batalhas de Lexington Steele e Concord[editar]

Retrato de colonos britânicos furando um pobre percussionista inglês numa luta para instaurar a música pop americana.

O primeiro confronto efetivo, concorde você ou não, entre tropas britânicas e os colonos ocorreu em abril de 1775 em duas pequenas fazendas do interior denominadas de Lexington e Concord.

Na cidade de Lexington, as tropas britânicas ordenaram que os colonos saíssem dali para que fosse construído um campo de soccer, um pub, uma cidade cenográfica para Downton Abbey e umas cabines telefônicas vermelhas (mesmo que ninguém usasse telefone por ele não ter sido inventado ainda). Além de tudo isso, mais uma coisa: uma loja de chá. Todas essas medidas foram cuidadosamente decididas para fazer um filme pornô tornar a vida dos militares britânicos presos no cerco de Boston um pouco mais digna, pelo menos comparando à vida num pulgueiro, e muitos lealistas apoiaram esse benevolente ato de estabilização da civilização em seu humilde território, depois de pichar "football" na placa do campo de soccer, levantando o mindinho na hora de apertar o spray. Os colonos, todavia, não gostaram nada da ideia de não haver projeto para a construção de pelo menos um McDonald's e decidiram atacar os britânicos com paus e pedras, o que terminou numa pancadaria generalizada que resultou em 8 mortos e 10 feridos entre os colonos, um ferido entre as tropas britânicas, que chorou muito, e outros três animais de rua.

Não contente em terem sido previamente vencidos em Lexington, os colonos, que conheciam toda a região, decidiram atacar também a fazenda de Concord, deixando a concórdia de lado e dando porrada em todo britânico que encontrassem por lá (embora eles próprios fossem britânicos, só que traidores). Então, para não se confundirem, decidiram se trajar todos de mendigos, assim ficaria fácil saber em quem bater: apenas naqueles que estivessem limpinhos demais. O resultado dessa desgraça foram 50 colonos mortos e 73 soldados britânicos mortos, sendo este considerado o início da guerra. Finalmente! Com a guerra agora em curso, em 31 de maio de 1775, o exército dos Estados Unidos é criado com os ideais que seguem até hoje de matar primeiro e perguntar depois (ironicamente, isso é aplicado atualmente em pessoas não-limpinhas), e em 18 de junho, após o fim da Tomorrowland, George Washington torna-se o primeiro general dos rebeldes.

Batalha de Bunker Hill Zone[editar]

A Batalha de Burger King foi um dos confrontos mais épicos da guerra de independência.

Enquanto Lexington e Concord penetravam entravam no comércio de tinta vermelha para caridosamente ajudar a metrópole a confeccionar suas famosas Redcoats, a cidade de Boston permanecia sitiada num impasse entre rebeldes, cercando marinheiros britânicos dentro da cidade e levando-os para conhecer o campo de soccer. Porém, foi na noite de 16 de junho que os britânicos, num corajoso ataque, conquistaram o maior e mais gorduroso fast-food da cidade: o famoso Burger King (na época conhecido como "Bunker Hill"). Os colonos obviamente dependiam daquilo para manter seu estilo de vida libertário, no qual o Estado não deveria lhes impor o que comer (no caso, viverem a base de chá para ficarem esbeltos, esguios, elegantes e no peso certo) e a crença de que o refil de graça é sustentado pela mão invisível, então, por motivo de honra, os americanos defenderam o seu Burger King com todas as forças, matando um terço do contingente britânico que havia chegado de reforço e devorando outro terço. É claro, uns 25 colonos morreram depois de infartarem com tamanho esforço físico...

O principal problema enfrentado pelos colonos ainda era o fato de que o exército britânico era muito mais bem treinado e equipado por terem ao seu dispor tecnologia decente, como porcos com canhões a laser amarrados às costas, sem contar que a marinha britânica dominava o mundo como uma gigantesca parede flutuante cercada de canhões, dessa vez sem laser. Em contraste, o exército americano consistia em apenas um homem chamado Benjamin Martin, cujo armamento consistia em um mosquete velho sem gatilho e um hamster com uma gilete afiada presa às costas, armas essas não utilizadas por ele devido ao fato de estar ocupado beliscando os próprios mamilos. Obviamente, um combate direto de poder militar não conseguiria derrubar os britânicos, exceto se for de desgosto, sendo assim, os colonos sempre precisavam criar planos infalíveis alternativos para saírem vitoriosos das batalhas. Foi assim nessa Batalha de Bunker Hill: os colonos perderam a batalha, mas com a ajuda das fake news, começou a noticiar que foram eles quem ganharam a batalha, e até hoje dizem que os colonos ganharam essa batalha, na qual 115 morreram sem conseguir evitar que o Burger King fosse fechado por órgãos de defesa sanitária da metrópole britânica. Pelo menos Boston foi libertada e nenhum britânico reparou que tinha um Wendy's ali do lado, então ainda tinha jogo pela frente.

Invasão do Quebec por trás[editar]

Como ficou notório, os nazgûl haviam sido criados após o Massacre de Boston em 1770 e até então estavam guardados para serem utilizados como arma secreta pelos colonos. A ideia em utilizá-los veio do general rebelde Richard Montgomery, que propôs que a arma secreta dos rebeldes colonos fosse utilizada numa inesperada invasão sobre o Canadá. Com todas as atenções voltadas para Boston, Nova York e cidades mais relevantes, com nenhuma delas no Maine, as tropas britânicas jamais esperariam por uma invasão no seu território mais inóspito e sem valor, onde só haviam alces. Não apenas as tropas, mas também NENHUM britânico esperava que os colonos tivessem descoberto uma nova função para o esperma dos alces, que poderia agora ser utilizado como xampu, tornando-se uma commodity muito valiosa. Foi graças ao despreparo inglês a essa nojeira que os rebeldes rapidamente se apossaram de Montreal.

Richard Montgomery, Benedict Arnold e Daniel Morgan (apelidados de Moe, Larry e Shemp) foram os líderes americanos que coordenaram a épica invasão, confiando plenamente nos anéis de poder a eles conferidos 5 anos antes. Usando dragões negros de olhos vermelhos de pelo branquinho alados como montaria, eles rumaram para um ataque surpresa triplo à estratégica cidade de Quebec. O que os invasores não esperavam é que os franceses que ali moravam se apaixonariam pelos trajes chiquérrimos dos soldados britânicos, preferindo apoiar estes últimos. Afinal, quem se aliaria a um bando de esfarrapados que voava junto com orcs fedorentos? A Batalha de Quebec, que se iniciou em 31 de dezembro de 1775, não foi nada fácil para os colonos.

Um fator determinante na batalha foi o frio desgraçado, num clima de merda que fez todos os colonos pensarem: Cquote1.png Por que diabos estamos lutando por essa porcaria? Cquote2.png, reduzindo assim drasticamente o seu moral e empenho nas lutas. As provisões também eram escassas, e o já adaptado povo franco-canadense sabia que cada um de seus indivíduos estava habituado a comer cascas de árvores coníferas, além de ter ao seu dispor um exército de castores (muito cuidado: esse é o único animal do mundo que já venceu o Pica-Pau uma vez). O resultado da batalha foram 50 colonos mortos e mais 450 presos, enquanto a coalizão de britânicos e franco-canadenses teve apenas 2 castores como baixa, mortos por índios da tribo tupi-guarani que confundiram os castores com capivaras e estavam lá por pura cagada, ao atravessarem uma fenda no espaço-tempo perto de uma cachoeira onde as índias costumavam tomar banho. O líder americano Montgomery morreu de tédio e os colonos se renderam, encontrando no Canadá a sua primeira grande derrota na guerra de independência.

Acredita-se que essa derrota seja o fator determinante que posteriormente culminaria na criação da Confederação do Canadá e o motivo pelo qual hoje o Canadá é um país da Europa separado dos Estados Unidos e do resto da América, mesmo sendo tão paga-pau e dependente do mesmo, mesmo que eles não assumam. Não houve mais insistências em conquistar o Quebec por parte dos colonizadores, afinal, após essa desastrosa batalha para os rebeldes, estes descobriram que o local tinha uma alta população francesa, tão chata quanto o Satanás e insuportável de sustentar (ou até mesmo de conviver sem problemas).

Declaração da Independência dos Estados Unidos[editar]

Enquanto a guerra pela independência progredia, oportunistas nas colônias começavam a vestir togas e gravatas para tentar imitar o que o Parlamento Britânico já fazia, ludibriando pobres cidadãos com promessas de romance liberdade, quando na verdade todos só estariam mudando de dono: do parlamento britânico para o congresso americano. Sendo assim, em 4 de julho de 1776, Thomas Jefferson fez um dos primeiros textões da história da humanidade (antecedendo Facebook, YouTube e G1), elaborando assim a Declaração da Independência dos Estados Unidos. Nascia ali o ideal que nortearia toda a existência dos Estados Unidos, ou seja, a Coca Cola, o Big Mac e o Super Bowl, incluindo a propaganda massiva e o marketing enganoso dos intervalos.

Por ser um dia memorável no qual as maiores mentes por trás da Revolução Americana se reuniram para fabricar o textão hoje conhecido como "Declaração da Independência dos Estados Unidos", todos ali se aproveitaram da oportunidade para fazer um churrasco cunhar algum tipo de frase de efeito que é lembrada até hoje. George Washington, por exemplo, disse:

Cquote1.png Excelentíssimos senhores, como Arquimedes disse uma vez: "Me dê uma alavanca grande o bastante e um lugar sólido para suportar, e eu poderia mover a Terra". Cavalheiros, não pretendo mover a Terra, mas revolver a América! Cquote2.png

Thomas Jefferson foi mais político e menos megalomaníaco e disse:

Cquote1.png Consideramos estas verdades como auto-evidentes, que todos os homens são criados iguais, que são dotados pelo Criador de certos direitos alienígenas, que são o direito de portar uma arma, o direito de comer sódio e lípidos o quanto quiser, e o direito de ser obeso. Cquote2.png

John Adams foi mais sarcástico e também cunhou sua frase de efeito quando referiu-se aos britânicos com a seguinte fala:

Cquote1.png Até logo, até mais ver, bon voyage, arrivederci, até mais, adeus, boa viagem, vá em paz, que a porta bata onde o sol não bate, não volte mais aqui, hasta la vista baby, escafeda-se e saia logo daqui. Cquote2.png

No final do dia, o chá foi abolido para simbolizar o separatismo contra os ingleses, mas algo precisava ser usado no lugar, então pegaram a água dos esgotos de Boston e misturaram com restos de cocaína. Obviamente, ficou uma bela bosta, tanto é que eles disseram isso, e os coliformes fecais da água combinada com o furor causado pela cocaína e a palavra "bosta" deu uma ideia aos colonos: importar algo próximo à água cagada que fosse tragável de algum país que falasse bosta. Adivinha quem e o quê eles escolheram? O café do Brasil! No entanto, um dos caras não desistiu da gororoba: roubou um helicóptero, encheu com 450 litros do veneno de coloração preta nada vistosa em potes de sorvete e levou pra casa, pra encher de açúcar e cola de sapateiro: estava criada a Coca-Cola.

Episódio VI, o retorno dos britânicos[editar]

Cquote1.png Aqueles pérfidos bastardos conseguiram mais armas e aumentaram ainda mais a sua marinha, provavelmente esses britânicos regressarão para mais guerra! Cquote2.png
John Adams

Essa frase foi sabiamente dita por John Adams alguns meses depois da trégua dos ingleses, e foi complementada com um engenhoso plano: construir um muro de 10 metros de altura por toda a orla marítima. Obviamente, essa ideia estúpida não deu certo, e quando a marinha britânica regressou na metade final de 1776, apenas cavaram um túnel por debaixo do muro e vieram em seus submarinos voadores dispostos a dizimar os colonos, parar a revolta e reanexar os Estados Unidos ao Quebec.

Campanhas das Novas York e Jersey[editar]

George Washington livremente usando capachos para remarem por ele e levá-lo até a batalha em Nova Jersey.

Cquote1.png AEEE, CARALHO!! Agora foi! Cquote2.png
O mesmo matemático da da seção dos Atos comemorando a modificação de "Campanhas de Nova York e Nova Jersey" para o título desta seção.

Quando o rei Jorjão III ouviu a notícia de que sua colônia estava querendo invadir o Iraque atrás de petróleo virar um país independente, ele soltou um estridente som rangendo os dentes, grunhindo lou-ca-men-te enquanto arranhava suas coxas e pisoteava o chão. Num ato de puro desespero, Jorjão convocou seus melhores generais: Harry Potter, para surpreender com feitiçaria os protestantes da América, James Bond, para descer a porrada no Mel Gibson (e de quebra pegar as colonas), Keira Knightley, para mostrar aos americanos a beleza da anorexia e assim prejudicar as redes de fast food do país, os Beatles, para fazer uma turnê nos Estados Unidos e provar que a música inglesa era melhor (esforço desnecessário, basta ter orelhas), e claro, o general William Howe.

Juntamente com o protagonista de Doctor Who daquela época e reunindo a sua força suprema de todos os estereótipos ingleses possíveis, Jorjão III imediatamente ordenou que seu exército e marinha britânicos embarcassem para a América para acabar com a guerra. Esse poderoso exército foi liderado por William Howe, já que era o único general competente pra isso, especialmente considerando que os esforços militares de Keira em Piratas do Caribe 3 foram pura cagada. As tropas chegaram em 1776 na América, com 1 ano de atraso porque as viagens marítimas levavam muito tempo naquela época. Para sua perplexidade, eles não se encontraram em Nova York como era o seu destino pretendido, mas na Califórnia... exceto o Doutor, que havia se perdido no caminho e estava em outro planeta, com cogumelos azuis. Não havendo muita certeza de como proceder sobre estes imprevistos, Howe abriu uma enquete para seu clã conduziu uma breve guerra contra as tribos locais de surfistas e nerds, dizimando todos, explicando o surgimento posterior da cidade de Tijuana. No entanto, após a Batalha de Little Bigwave, no mesmo ano, Howe foi informado que um comerciante de pranchas de surf chamado Benedict Arnold havia aberto uma loja na costa leste e também precisava ser detido. Ao saber que seus adversários estavam do outro lado do continente, Howe resolveu marchar seu exército por toda a América do Norte de uma só vez, evento que vemos bem retratado no filme Forrest Gump.

As coisas não foram como o planejado para Howe: quase metade de seus homens, acostumados à vida fresca na comodidade da Grã-Bretanha, ao saberem da longa marcha à frente, logo desertaram e foram cultivar cannabis ou pescar em uma pequena cidade que depois se tornaria a conhecida San Francisco. Os homens que permaneceram leais à Howe em sua marcha sofreram com o calor, o frio, a chuva, o vento e uma falta geral de amenidades modernas. Todos foram forçados a comer os porcos equipados com canhões laser, tornando os lasers inúteis, então eles comeram os canhões também (incluindo sua avó). O número do contingente também diminuiu drasticamente, devido às doenças tropicais e a fútil insistência de Howe: ele ordenava que qualquer homem que tivesse sido flagrado se masturbando ou dando gritos de macho virgem fosse imediatamente executado. Os soldados britânicos restantes construíram jangadas improvisadas e as levaram para a água com a esperança de fugir desse maníaco que isso acelerasse sua jornada, mas em vez disso, eles se viram aterrorizados por partidários do Greenpeace, que tiraram fotos das árvores cortadas e iniciaram um terrível boicote contra os remanescentes do exército britânico que ainda tentavam chegar em Nova York.

Quando os britânicos finalmente chegaram em Nova York, em março de 1777, eles estavam tão esfarrapados que todo o mundo morreu sequer foram reconhecidos como inimigos, tanto que os filmes de Harry Potter fizeram sucesso na América e assim os britânicos ganharam o controle de Nova York, embora os americanos ainda tenham conseguido reter o controle de Nova Jersey, já que a pele laranja, a vestimenta horrenda e o dialeto obsceno assustaram os britânicos.

Batalha de Saratoga[editar]

O desenrolar da guerra de independência continuava... A continuação da guerra de independência desenrolava... Eu disse a mesma coisa trocando as palavras de prosseguimento... Eu não devia ter aceitado aquele peixe assado com ervas dos soldados desertores da seção acima... Mas eu tava com tanta fome... Aquele porco com canhão a laser parece saboroso... PUTA MERDA!! EU COMI O PAUL MCCARTNEY!!!

Ignorando a bad trip acima, a batalha de Saraotoba aconteceu numa vila insignificante chamada Saratoga: na época, os conflitos às vezes ainda aconteciam em data e local previamente marcados, pois até mesmo os colonos ainda tinham últimos resquícios de cavalheirismo que perderiam ao se tornarem traidores da pátria (e beberem coca-cola com cerveja de milho).

Enquanto os americanos eram derrotados no sul, por estarem embriagados de batida de pitanga, George Washington começava a cogitar que nortistas e sulistas se separassem por diferenças irreconciliáveis e começou a concentrar suas forças militares apenas em Nova York e Boston, deixando Miami mercê dos cubanos. Enquanto isso, o general britânico John Burgoyne, substituto de Howe depois que este endoidou de vez após começar a ter alucinações e ver vogons recitando poemas, convencido e encorajado por previsões que João Bidu fez em sua revistinha de horóscopo, decidiu marchar com seu enorme exército de britânicos, esperançosos de que não seriam mortos caso trabalhassem e relaxassem, para o meio do nada no estado de Nova York. Já contentado de que não conseguiria mais conquistar as grandes cidades costeiras, percorreu vários quilômetros através de uma paisagem árida desprovida de vegetação, muito parecida com o ainda não-descoberto Arizona, a.k.a. deserto do Pica-Pau (olha ele aqui de novo).

Ignorando os claros sinais de perigo em fazer essa marcha, achando que se tratavam de bandeiras de piratas e anúncios de cemitérios, o general britânico continuou a adentrar cada vez mais na desolada paisagem desértica do interior de Nova York, procurando talvez a Bruxa de Blair, perdendo soldados, armamento, comida e suprimentos diversos (inclusive os porcos), mas nada disso fez Burgoyne repensar por nenhum momento o motivo de sua marcha. Após marchar por 1 mês, em 7 de outubro de 1777, finalmente Burgoyne avista o que poderia ser uma cidade de rebeldes, chamada de Saratoga. Com suas forças já reduzidas pela metade e exaustos, os britânicos tiveram suas forças dizimadas durante sua tentativa de invasão. O General Burgoyne foi preso pelos rebeldes, mas depois que se percebeu que ele era apenas um estúpido tentando fazer um quadro para o Monty Python, logo o soltaram. O pobre humorista retornou para Londres com sua reputação manchada e nunca mais assumiu o comando de qualquer outra missão, nem mesmo tocar a vinheta da Inquisição Espanhola.

Batalha de Filadélfia[editar]

Desapontado com o fracasso em eliminar as tropas coloniais, o governo de Londres (leia-se: Jorjão) decidiu mandar mais tropas para um ataque final. Como todos os generais britânicos pareciam patetas, eram presos, mortos ou usados como cobaias para a linha signature do Mc Donalds, coube ao brilhante e recém curado da loucura com ritalina e água da Jamaica general William Howe a incumbência de realizar esse ataque cardíaco decisivo. Embora Howe já tivesse falhado em diversas outras batalhas e fosse responsável pela morte de centenas de soldados britânicos, ele ainda era a melhor coisa que os britânicos tinham (na verdade, a única), ainda mais porque o que ele melhor fazia era mentir. Tanto é que, em todas as batalhas que havia travado até então, no relatório final constava que havia vencido os colonos, quando na verdade não era bem assim, era um fracasso.

Cquote1.png O quê? O que foi que você disse?! Será que eu escutei direito? Cquote2.png
Grande William Howe exposto como fracassado.

Com os fracassos em Boston, Nova York e Saratoga, William Howe decidiu atacar a Filadélfia para variar um pouco o palco das batalhas e de quebra comer um sushi frito com requeijão gourmet. Percebendo que os colonos não sabiam fazer sushi ganhavam espaço não só nos resultados concretos das batalhas, mas também na intensa propaganda, a ideia de Howe era não apenas derrotar os colonos, como também depois subir triunfante os degraus do Museu de Arte de Filadélfia, num gesto épico de sua vitória. Infelizmente, ao chegar na Filadélfia, o grande general inglês encontrou apenas 2 ratos de laboratório e uma pequena resistência de insurgentes improvisadamente formados por apenas 3 castores. O saldo total da batalha foi de 3 castores mortos no lado dos colonos e 1002 homens mortos no lado das tropas britânicas.

Participações francesa, espanhola e neerlandesa[editar]

Em 1778, a guerra contra os traidores nas Treze Colônias da América do Norte tornou-se internacional, espalhando-se não apenas por toda a Europa como também por todas as colônias europeias ao redor do mundo, inclusive as Índias Orientais. Na América, a França decidiu intervir diretamente, de novo, declarando apoio aos rebeldes, quando o almirante francês Pepé le Pu declarou sua célebre frase:

Cquote1.png Se nós não podemos ter o Canadá, então fuck os britânicos que vão ficar sem colônia na América também! Cquote2.png

E assim ele cedeu suprimentos, munições, armas e o rego abrigo para os insurgentes coloniais. Seguindo a França, outros países europeus, decididos a sacanear a Inglaterra, resolveram declarar apoio aos rebeldes da colônia. Espanha, Bélgica e meu saco Países Baixos assinaram o Tratado da Aliança, reconhecendo os Estados Unidos como nação e também se casando doando coisas ao colonos, sob a condição de que depois os Estados Unidos viessem resgatá-los na Segunda Guerra Mundial. Portugal, como de costume, fingiu que nada estava acontecendo e ignorou o caso completamente, ainda mantendo em segredo para o mundo a existência do Acre. Após Libéria e Ruanda também terem assinado um acordo de aliança pra aparecer para os outros países da mamãe África, os colonos frequentemente pegavam os lealistas e os enviavam para esses países para trabalhos forçados até a morte, em troca de escravos que depois dariam origem a Malcolm X, Michael Jordan e todos os astros da NBA e NFL. A Uganda também manifestou interesse, mas quando descobriram que Rei Jorjão era homem [carece de fontes] e também não sabia o caminho, os Knuckles da Uganda desistiram do tratado, cuspindo nos aliados, especialmente os franceses, que finalmente tomaram um banho desde que o artigo começou.

Pela primeira vez na história da humanidade, o envolvimento francês foi decisivo em alguma coisa. Com uma vitória naval francesa na batalha de Cheesecake (que recebeu esse nome devido às bombas de queijo podre desenvolvida pelos franceses, talvez a primeira arma biológica da história) as forças de paz britânicas foram forçadas a se render à barbaridade dos rebeldes e seus novos aliados e sofrer os terríveis crimes de guerra indescritíveis nas mãos dos agressores coloniais, que agora eram seus captores.

Batalha de Yorktown[editar]

Charles Cornwallis rendendo-se, mas se recusando a devolver o chapéu de George Washington.

Os restos esfarrapados da força britânica (William Howe, seu empregado pessoal Fred e 3 soldados cujos nomes foram tristemente perdidos para a posteridade) chegaram a Yorktown, Virgínia, em 1783, para enfrentar George Washington numa batalha final e derradeira, ao som de Ameno. Os principais generais britânicos já haviam todos falhado (ou morrido), e num ato de desespero, Londres enviou de reforço apenas um gordinho chamado Charles Cornwallis com o seu destacamento de 5 escoceses com suas irritantes gaitas de fole, para unir-se a Howe e dar suporte a essa batalha final.

Diante do agora já calejado exército americano, cujo armamento havia sido atualizado para uma epístola pistola enferrujada e um cachorro com o rabo entre as patas uma faca amarrada nas costas, Howe e Cornwallis não tinham mais escolha além de simplesmente se renderem a esse poder realmente supremo. A guerra terminou com George Washington nem precisando atuar na batalha final, o almirante francês e estilista Jacques LeClair sozinho conseguiu repelir os últimos britânicos que tentaram conquistar Yorktown. Pouco tempo depois, a França se rendeu por engano, porque não estava habituada a ganhar dos ingleses e o grande plano de Benjamin Franklin funcionou! A Revolução Americana alcançou a independência dos Estados Unidos, e os colonos poderiam eles próprios escravizar outros povos, como vemos hoje em dia. Quando o rei Jorjão III ouviu a notícia sobre essa derrota, ficou tão irritado que ordenou a invasão imediata da Índia, África, incluindo Ruanda e Uganda, Guiana, Austrália e Ilhas Falkland, e ele jamais imaginaria que em menos de 200 anos os EUA teriam assumido o poder como a nação mais poderosa do mundo e perpetuariam a boa tradição britânica de invadir outros países e estabelecer um império global (de franquias de fast food).

Tratado de Paris de 1783[editar]

Em 1783, o Tratado de Paris encerrou a insurreição e reconheceu com desgosto por parte dos britânicos a soberania dos Estados Unidos sobre o território limitado entre Canadá ao norte, Flórida ao sul e o rio Mississippi a oeste. Por ser desinteressante, sabemos que os Estados Unidos jamais teve a ambição de anexar o Canadá, porém a Flórida foi posteriormente conquistada por causa da Disney, depois o Texas seria colonizado para servir de campo de concentração para os The Rednecks™, e a Califórnia roubada do México. Obviamente, os mexicanos seriam posteriormente tratados como imigrantes naquele território...

Enquanto isso, em Londres, a máquina de propaganda colonial provocou o desemprego do líder popular britânico pelos lealistas depois do fiasco de Yorktown, o primeiro-ministro renunciou e assim, em abril de 1782, a Câmara dos Comuns votou para que a Inglaterra abrisse as pernas acabar com as hostilidades na América. Os artigos do tratado de paz foram assinados em Paris em 3 de setembro de 1783. Nele, os Estados Unidos era agora aceito como um país independente, a Flórida era vendida à Disney e tornava-se o baita negócio que vemos hoje. E por último, algumas ilhotas inúteis das Antilhas (que antes eram da Grã-Bretanha) foram cedidas para a França.

Consequências[editar]

Agora que os Estados Unidos eram um país próprio, a primeira coisa que fizeram foi a Declaração dos Direitos dos Estados Unidos (a famosa "Bile of Rights"), sancionado em 25 de setembro de 1789. Como na época as pessoas não tinham internet para escrever textão, elas faziam isso, escreviam manuscritos enormes. A ideia dessa declaração seria a criação de direitos extremamente genéricos, os quais poderiam ser adaptados e readaptados a cada novo presidente que fosse surgindo, e a ideia deu muito certo, já que a declaração é utilizada até hoje.

Enquanto isso, na Europa, irritados com a derrota na Estrela da Morte, alguns anos depois os britânicos enviaram droides para um planeta gelado no Alasca, território recentemente comprado dos russos, para descobrir onde ficava a base secreta na qual os americanos guardavam a fórmula secreta da Coca-Cola e do molho especial do Big Mac.

Mais tarde, o rei George III revelaria que realmente é o pai de George Washington, tentando seduzir o filho a unir-se novamente ao seu destino de governar um império marítimo! Tudo isso depois que George Washington se torna aprendiz de um muppet do pântano após a morte de seu antigo mentor, a cerveja Guinness, que após a independência dos Estados Unidos parou de ser exportada para a América em represália. Estes eventos todos são também conhecidos como a Guerra anglo-americana de 1812, mas aí é assunto para outro artigo...