Seleção Inglesa de Futebol

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Barrichello Criyng.jpg Seleção Inglesa de Futebol é um(a) PERDEDOR(A)

E não adianta chorar, sempre vai se foder bonito.

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Mais um lance genial perpetrado por um craque (sic) inglês.

Cquote1.png Você quis dizer: Seleção Inglesa de Frescobol Cquote2.png
Google sobre Seleção Inglesa de Futebol
Cquote1.png A física não permite! Cquote2.png
Galvão Bueno sobre o terceiro gol da Inglaterra na final da Copa de 66
Cquote1.png Na União Soviética, Portugal não consegue ganhar de VOCÊ !! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Seleção Inglesa de Futebol
Cquote1.png Na União Soviética, os pênaltis não conseguem ganhar em VOCÊ !! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Seleção Inglesa de Futebol
Cquote1.png Na União Soviética, as semifinais da Eurocopa não conseguem avançar de VOCÊ !! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Seleção Inglesa de Futebol
Cquote1.png Acompanhei todos os seus jogos, menos na Copa de 66. Estávamos em turnê pela Europa nesse tempo. Cquote2.png
Mick Jagger sobre Seleção Inglesa de Futebol

A Seleção Inglesa de Frescobol é o time montado pela Associação Nacional de anti-Futebol para representar apenas a Inglaterra (e não todo o Reino Unido, por sorte dos galeses, escoceses e norte-irlandeses) nas competições da FIFA e da UEFA. Apesar de ter inventado o futebol, a Inglaterra é reconhecida por ter uma das peores seleções "top de linha" do mundo, sendo considerada a Once Caldas das seleções, chegando a um título mundial sei-lá-como, quando sediou a peleja em 1966. Seus times são tão ruins, mas tão ruins, que nem pra Copa de 1974, 1978 e Euro 2008 o país se classificou.

Outra prova da ruindade do time foi o próprio título mundial de 66, que foi uma completa farsa. Tanto que rolou até gol que não foi gol, apesar de até hoje eles insistirem que a bola bateu no travessão, quicou depois da linha do gol, se enroscou na rede, deu um duplo twist carpado e voltou pra fora.

Ciclo Inglês (válido para toda Copa/Eurocopa)[editar]

David Beckham comentando o desempenho de sua seleção.
Steven Gerrard se preparando para pisar na bola.


Dois anos para o torneio[editar]

Após a eliminação nas oitavas/quartas/primeira fase, todos começam a falar sobre vergonha, que a Premier League tem estrangeiros demais, que a Inglaterra deveria adotar o modelo francês/holandês/espanhol/alemão/insira país que ganhou o torneio anterior aqui, que os jogadores são frescos e recebem dinheiro demais, etc, etc. Um ex-jogador da seleção vai aparecer na TV mais nervoso que o Alborghetti e todo mundo vai falar que ele tem razão. O técnico, claro, é trocado, como manda a tradição em países tradicionais.

Um ano e meio para o torneio[editar]

Perto do começo das eliminatórias, analistas chegam a um consenso de que o treinador deveria esquecer/não criar expectativas para o próximo torneio e começar a planejar para o ciclo que vem.

Um ano para o torneio[editar]

A Inglaterra começa muito bem as eliminatórias, liderando com 100% de aproveitamento um grupo fortíssimo com Eslovênia, Liechtenstein, Nárnia, Mordor e Domínio de Melchizedek. Jonjo Shelvey é convocado, enquanto James Milner é titular pela molésima vez.

Dez meses para o torneio[editar]

Acredite, a Inglaterra quase foi eliminada deste grupo

A Inglaterra vence Arstotzka por 6-0 em Manchester. O técnico fala sobre uma mistura perfeita de juventude e experiência. Um jogador jovem impressiona nos seus 20 minutos de estreia pela seleção, garantindo seu lugar no elenco do torneio como jovem esperança/futuro bode expiatório.

Seis meses para o torneio[editar]

A Inglaterra assegura sua classificação com uma rodada de antecedência. Jornalistas começam a escalar seus times para o jogo de estreia. As expectativas aumentam exponencialmente. Jogadores importantes se contundem. Todos se esquecem de que os jogadores ingleses não têm nenhuma qualidade técnica fora de simuladores eletrônicos de futebol, e que Wayne Rooney derrete no sol como um cubo de gelo, tendo tanta utilidade na equipe quanto um velho cego, surdo e tetraplégico de oitenta anos de idade.

Um mês para o torneio[editar]

Todos os carros na Inglaterra estão repletos de bandeirinhas de plástico vagabundo. Analistas, ex-jogadores e jogadores atuais começam a sugerir que talvez esta possa ser a melhor chance que a Inglaterra tem de vencer um torneio desde 1966. O desempenho da Inglaterra varia de acordo com o grupo em que caiu no sorteio:

Começa o torneio[editar]

Não adianta tentar fingir: não foi gol e pronto!
  • Caso a Inglaterra caia em um grupo considerado forte, sua estreia será contra a outra equipe considerada favorita a avançar de fase. Fatalmente a Inglaterra perderá este jogo, porém a imprensa encontrará uma miríade de pontos positivos em tal atuação. O time irá engrenar no segundo jogo, derrotando convincentemente os dois adversários restantes do grupo. Caso esteja numa Copa do Mundo, passará sem problemas pelo seu adversário nas oitavas, mas cairá para o adversário de camisa pesada nas quartas, de preferência após dominar boa parte das ações do jogo, de preferência por um gol de diferença após passar meia hora bombardeando o gol adversário. Caso esteja numa Eurocopa, cairá logo nas quartas para um adversário de peso, de preferência nos pênaltis, de preferência após um ou dois jogadores ingleses chutarem field goals ou bolas extremamente óbvias e o goleiro errar todos os cantos na hora de defender.
  • Caso a Inglaterra caia em um grupo considerado fraco, empatará a estreia contra a equipe mais aleatória do grupo, em uma batalha de 90 minutos de futebol travado e monótono como uma batalha de trincheiras na Primeira Guerra Mundial. O sofrimento segue na segunda partida, onde o time consegue um empate sem gols ou uma vitória de 1-0 mais dramática que uma exibição de Hamlet. Na terceira partida, vencem pelo placar mínimo, se classificando em primeiro no grupo graças ao empate ou derrota do segundo colocado com um gol nos últimos minutos. Em ambos os casos, cai no tempo normal para a primeira seleção tradicional que enfrentar.