Geometria analítica

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Gráfico pizza de pizza!.jpg Este artigo é relacionado à matemática.

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Google sobre Geometria analítica

Exemplo de uso da Geometria analítica.

Cquote1.svg Pelo menos não é Álgebra Linear! Cquote2.svg
Aluno de engenharia sobre Geometria analítica
Cquote1.svg Espera ter de derivar... Cquote2.svg
Outro aluno sobre Geometria analítica
Cquote1.svg O que me interessa em calcular a distância entre dois pontos? Cquote2.svg
Aluno do Ensino Médio sobre Geometria analítica
Cquote1.svg Mas professor, não está faltando um quadrado ali? Cquote2.svg
Dentinho sobre Geometria analítica

A Geometria Analítica (ou GA), termo proveniente do grego Géometriks (medida) e do português arcaico ânus (cu), é a área da Matemática direcionada a pontos e pontas gráficos, distância entre pontos, comprimentos (Ui!!!) e outras idiotices que não prestam pra porra nenhuma.


Eixo real, medida algébrica de um segmento de reto reta[editar]

O eixo real trata-se de uma vasta linha onde qualquer um pode colocar qualquer número, do menos infinito ao mais infinito. Embora você não vá querer colocar números ali, o seu professor ou o problema vão te pedir para colocar só pra te ferrar (o que é muito comum). Essa linha (chamada pelos matemáticos de segmento de reto reta) é a base das fórmulas que você terá de decorar se não quiser se foder na prova.

Embora não seja uma reta, essa linha tem vários coeficientes angulares (ou não).

Segundo outros matemáticos (ou você acha que íamos falar com só um ou dois), a medida algébrica de segmento de reta é a distância entre dois pontos que o seu professor deu, podendo ser tão pequena quanto o seu pênis ou tão grande quanto o nariz de um turco. Essa distância, ao contrário da Física, não é medida em metros, centímetros, milhas, quilômetros ou qualquer outra coisa. Essa medida é calculada em unidades algébricas, que nada mais é do que a quantidade de números (inteiros) entre os dois pontos que o seu professor deu (ou não).

Inclinação e declividade de uma reta[editar]

A inclinação de uma reta é o ângulo que o reto a reta forma com o sentido positivo (ou seja, +) do eixo das abscissas (vulgo eixo X), sempre medindo no sentido antihorário (contrário ao do relógio), saindo do eixo por trás e indo à reta. A declividade de uma reta, também chamada por outra penca de mateméticos de parâmetro ângular, tangente trigonométrica da reta, coeficiente angular da reta, apenas m (somente em fórmulas) ou tg x é a inclinação que a reta tem no gráfico. A torre de pizza pisa, por exemplo, tem um grande coeficiente angular, já que é torta. As torres gêmeas, a partir de 11 de Setembro de 2001, passaram a ser paralelas ao eixo X (chão). A fórmula que calcula essa merda declividade é:

Embora essa fórmula pareça inofensiva, logo ela começará a se desdobrar em equação da reta e derivada da função (onde o m é a tal derivada) e por aí vai, mas deixemos que você se desespere na hora certa.

Vetores e versores[editar]

Em um dia ensolarado de verão, os pássaros cantavam, os animaizinhos brincavam e famílias faziam pique-niques. Você tomava Nesquik de morango enquanto assistia Dragon Ball Z, e na escola fazia gráficos que você nem sabia pra que serviam, como 99% das coisas que você estudava. Estes gráficos na verdade eram planos cartesianos bidimensionais, ou seja, tinham apenas o x e o y. Você jogava tudo na Bhaskara e pronto: mais um exercício feito, menos um problema pra resolver, mais um passo rumo à liberdade e ao Nesquik.

Uso de vetores curvos para resolução de problemas.

Alguns anos se passaram, e você resolveu ir para a universidade (bem, na verdade foi tua mãe que mandou você ir para lá, mas não vem ao caso). E, para seu azar, você escolheu algo com exatas, e de brinde veio GA, e com GA veio vetores e versores. Agora, ao invés daqueles gráficos bidimensionais, agora é tudo em 3D, graças à tecnologia! Além disso, você tem que usar bem mais cálculos para traçar inúmeras curvas, retas e retas curvas passando uma pela outra, uma ao lado da outra e uma dentro da outra em um ato pornográfico. E o pior de tudo, temos que levar em consideração que isto se trata também de um caso de incesto, já que o versor, filho do vetor, está no meio da festa.

Mesmo que seu(sua) professor(a) diga que o vetor funciona igual um guarda de trânsito, dando à luz a direção para as outras retas/curvas/retas curvas seguirem, não caia nessa! Um vetor nada mais é do que isso: um vetor. um risco no meio da folha que você nunca entenderá, no meio de uma suruba de linhas no seu caderno. O versor também funciona de maneira parecida, mas com uma tendência de contador. Sim, é estranho ver um contador no meio de uma suruba, mas afinal estamos falando de GA!

Cônicas[editar]

Outro uso da Geometria Analítica.

Finalmente, voltamos ao plano cartesiano composto apenas por x e y, sem 3D e outros efeitos especiais. Elas são dividas em apenas três partes, uma quase igual à outra. As partes em questão são as parábolas, as elipses e as hipérboles. As parábolas, cujo descobridor foi Jesus Cristo há aproximadamente dois milênios atrás, são histórias do cotidiano do dia-a-dia daquela época, mas que devem ser entendidas pelo sentido figurado, a ser entendido pela sua conclusão. As elipses são bolinhas achatadas, que podem sofrer tanto de obesidade como de anorexia. Dependendo do caso, você descobre o foco de incêndio e os eixos menores e maiores da elipse (leve em consideração que a elipse terá eixo apenas se for macho. Será menor se for japonês e maior se for um descendente de Motumbo). Já as hipérboles são nada mais do que um casal de parábolas, ou uma parábola refletida no espelho.

Ver também[editar]