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7px-Bullet red.jpgBem-viiiiindo, brow! 7px-Bullet red.jpgFalaêêêêêêê... 7px-Bullet red.jpgQual é a treeeeeta, maaaano? Fica suaaveee e vem dá uns trago cum nois!
7px-Bullet red.jpgEsse bagulho é de primeeeeeeira, mano!! 7px-Bullet red.jpgIh, olha nóis na midia, mano! Que iraaaaaaado! 7px-Bullet red.jpgChega aí cumpaaaaaade, aproveita que é bagulho do bom!
7px-Bullet red.jpgPode pega, a primeira é de grátis! 7px-Bullet red.jpgCORRE NEGADA, A PULIÇA TÁ VINDO! 7px-Bullet red.jpgVai um cachimbo da paz aew, mano?

A encicropédia mais cheia do bagulho pra nóis edita e fica doidãããããão, mano!
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Uma das ilustrações do livro, que servia como a Playboy da época. A imaginação era tudo.

Gray's Anatomy, cujo nome completo é Henry Gray's Anatomy of the Human Body Based on Illustrations of Monkeys Thanks to Henry Vandyke Carter é um livro de medicina antigo, geralmente aceito como a Bíblia da anatomia, não por ser algo precioso e notável e sim porque o escritor tirou tudo da cabeça e um monte de gente ainda acredita no que está escrito.

O doutor Henry Gray, anatomista inglês, estava meio sem o que fazer e precisava escrever bobagens. Não existia a Desciclopédia para ele criar algo então ele se viu forçado a escrever um livro cômico. Ele era um estudioso da área médica-legal, e costumava fazer umas experiências com cadáveres indigentes largados pelos cemitérios da Inglaterra, algo que era mais comum naquela época, naquele tempo, naquele país.

Henry Gray tinha tanto conhecimento de cadáver fedorento, que até sua própria publicação ficou podre. Gozadamente esse seu livro se transformou numa enciclopédia da anatomia por muito tempo, quando na época não existia uma medicina muito avançada e se confundia câncer no cu com virose.

Hoje é possível dizer que Gray's Anatomy é um livro científico e perdurou por muito tempo como a obra-prima da anatomia, até que Charles Manson escreveu seu próprio livro, com descrições do corpo humano ainda mais críveis (e incríveis) que as dadas por Henry Gray.

O livro é dividido em vários capítulos, mas não são numerados. Cada capítulo descreve uma parte do corpo. Quando Henry Gray começou a organizar seu livro em partes, conforme ia arrancando um pedaço do cadáver ia também descrevendo tal parte, mas ele não seguia uma sequência lógica, da cabeça aos pés; em vez disso, a primeira coisa que ele sentia vontade de arrancar no cadáver dentre as partes que sobravam era o assunto escolhido da vez.

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Michael Jackson mostrando como brincar com as crianças.


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